segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Nº. 1096 - Carta aberta a Sérgio Sodré, II
1. Compreendo que esteja sobejamente enfastiado das repetições de temas e argumentos neste espaço.
2. Porém, o tempo escasseia e os eventuais visitantes caiem por acidente - a força de hábito; o aguardar do transporte; o ripanço ocasional - no mero compulsar do portátil.
3. Claro que o participar é outra loiça e a maioria tem o bom-senso de evitar diarreias do "lol", "porreiro, pá!", "vai-te catar" e outros mimos de alto coturno.
4. Dizer sim ao cooperativismo abjurando a apropriação doentia é passo de gigante, mas tal requer mais actos do que palavras.
5. Afirmar-se simpatizante monárquico sem procurar as razões substantivas é mero clubismo, tão abnóxio como declarar-se republicano numa assembleia de mentecaptos.
6. Difícil será realizar uma sociedade sem classes (profissionais, importância social, capacidade administrativa, etc.) mas apostar em super-homens e/ou tecnocratas de pacotilha é tempo perdido.
7. As decisões a todos nós pertencem porquanto o delegar é mera fuga às inerentes responsabilidades.
Nau
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