quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Nº. Monarquia e Cooperativismo, I
1. Monárquicos somos todos nós porquanto o soberano reina mas não governa.
2. Embora os republicanos encham os ouvidos de todo o mundo com a máxima de que o povo é soberano, certo é não dispensarem a eleição do Presidente da República por colégio restrito ou sufrágio universal.
3. Ora o Chefe de Estado - aquele que ocupa o primeiro lugar na jerarquia da comunidade, logo o verdadeiro soberano - tanto poderá ser um chefe a prazo de génese partidária (Presidente da República) como o próprio Rei.
4. Claro que a maioria dos cidadãos, isto é, aqueles no gozo dos direitos civis e políticos da comunidade, abominam tomar decisões que directamente os vinculem, preferindo delegar estas a outrem.
5. Dado que existem várias correntes políticas para a condução dos negócios da comunidade - liberais, socialistas e cooperativistas - é através do Chefe de Estado a prazo de origem sectária que os republicanos pretendem obter o apoio para as suas jogadas politiqueiras.
6. Como é óbvio, tanto o governo liberal, como o socialista - pelas razões que enferma a maioria dos cidadãos - são regimenes políticos e sociais em que o poder é exercido por minorias que controlam os bens de produção.
7. Nesta conformidade nós, os cooperativistas, advogamos o associativismo monárquico que face à competividade entre pessoas, opõe a cooperação e o apoio mútuo para fazer face quer ao capitalismo liberal, quer ao socialismo burocratizante.
Nau
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