domingo, 2 de dezembro de 2012
Nº. 390 - O Primeiro de Dezembro
1. Graças à gentileza de monárquicos que ainda não se declararam cooperativistas, tive rápido acesso ao discurso do Chefe da Casa Real portuguesa, Dom Duarte Pio.
2. O texto e o video foram facultados, respectivamente, por Rui A. Paiva Monteiro e Filipe Cardeal, embora sem os respectivos comentários que suponho estarem ainda em preparação.
3. De facto, para lá dos gestos de simpatia para com aqueles que estão a passar dificuldades e apelos à solidariedade dos mais, Dom Duarte Pio aponta o dedo acusador (sem os nomear) a desvairados políticos da III República.
4. Sem dúvida que foi a partidarite, bem como a ânsia de tomar de assalto as cadeiras do Poder, que levou os figurões da política a vender a alma ao diabo, prometendo mundos e fundos aos necessitados; oferecendo sinecuras aos afilhados.
5. Quer as fraquezas das democracias europeias, quer os excessos estatais da antiga União Soviética, poderão ser contidos por uma forte associação de cooperadores, esta reforçada por uniões, federações e confederações bem articuladas.
6. O movimento cooperativo permite o enrobustecimento de um empreendorismo sem a persecussão do lucro, num modelo e regime legal de consumo, comercialização, agrícola, crédito, habitação e construção, produção operária, artesanato, pescas, cultura, serviços, ensino e solidariedade social.
7. O herdeiro da Coroa portuguesa, Dom Duarte Pio, tem frequentemente manifestado o seu apreço e confiança no movimento cooperativo.
Nau
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