domingo, 30 de dezembro de 2012

Nº. 418 - Bom Gosto e Bom Senso


1. Por fenómeno genético, maus humores ou falta de assunto, alguns monárquicos desancam os seus correligionários por dá cá aquela palha.

2. Claro que os homens não são todos iguais - física, intelectual e capazmente - pelo que não podemos estabelecer um padrão pessoal e, a partir daí, excluir todos aqueles que não correspondam ao mesmo.

3. Monárquicos, indiferentes ou cépticos têm direito a opções políticas (liberais, socialistas, cooperativistas) e agnósticas ou religiosas ( budistas, hinduistas, cristãs, islamistas, comunistas) sem que tal ponha em causa a sua cidadania e boa-fé.

4. Por outro lado, Dom Duarte Pio, jamais deverá ser envolvido em mexericos de comadres desavindas  por este representar o melhor que há em nós, pelo que não é bom senso e bom gosto chafurdar em lameiros.

5. O papel de desvairados está a ser desempenhado, com muito realismo e pouca consonância monárquica, por pretendentes "às coroas" que ainda conseguem levar atrás de si pessoas distraídas que, normalmente, procuram notoriedade por razões patológicas.

6. A maioria dos portugueses apenas deseja um bem-estar digno que a não obrigue a tomar decisões e/ou assumir responsabilidades, pelo que lhe é completamente indiferente o regimen político e até a opção religiosa de cada um.

7. Cabe ao cidadão criterioso esclarecer e pugnar por aquilo que é do interesse comum: a cooperação - concorrência de auxílio, de forças e de meios - que, logicamente, o levarão a clamar pelo regresso do Rei.

Nau

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