terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Nº. 406 - Tudo como dantes
1. Verberei, recentemente, contra o mau hábito dos monárquicos andarem, de modo desportivo, às turras uns com os outros.
2. Porém, tal desportivismo não é exclusivo dos monárquicos porquanto, noutras trincheiras, o cenário é o mesmo.
3. Afirmam alguns, com ar entrestecido, que tal é devido à crise, como se a crise tivesse culpa do fatalismo e morbidez da gente lusa.
4. Do aeroporto Sá-Carneiro ao coração da Invicta, o palavroso taxista só falou de desgraças: o elevado número de empresas que encerraram as portas; o desemprego galopante; novas medidas gravosas do governo e outras coisas da mesma jaez.
5. No almoço de trabalho, a maioria alinhou pela tragédia e crescente mal-estar, embora não o tenha demonstrado na escolha do menu, bem como das copiosas libações.
6. Quanto à organização das actividades, tudo como dantes, quartel-general em Abrantes; mais promessas de novos projectos com iniludível vontade de manter tudo na mesma.
7. Apoiar a saga referenda! Para quê? Ninguém mexe uma palha para a divulgação da política e doutrina monárquica!
Nau
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