quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Nº. 394 - O Congresso, III
1. Recapitulando. O congresso, como ponto de encontro para discutir alguma estratégia política, seria interessante.
2. Porém, o congresso só terá lugar quando uma facção se sentir suficientemente forte para eliminar as restantes.
3. Sempre foi assim. Quando Constantino convocou o concílio de Niceia (325) para combater o arianismo, primeiro tratou de eliminar os contrários, depois foi cumprimentado pelo êxito da iniciativa.
4. Louçã, duramente criticado pelo desaire nas últimas eleições legislativas, afasta-se para um regresso de salvação. O interregno, o enfraquecido louçã, espera ser curto - o congresso foi apenas um pro-forma.
5. Só raramente estes joguinhos políticos dão para o torto, tal como no caso de Manuel Monteiro do CDS que, numa nova democracia, tolhido envilhece.
6. Logo, quem tiver ideias claras, mesmo sem congressos, que se manifeste (e que tal um manifesto?) procurando obter apoios, à semelhança do que fez o Integralismo Lusitano no seu tempo.
7. Nós continuamos a pregar o cooperativismo. Difícil é motivar monárquicos para a prova de fogo!.
Nau
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