quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Nº 380 - Luta Popular
1. "O FMI tenta fazer passar a ideia de que 'a crise portuguesa é devida ao legado da falência de políticas face à mudança rápida de ambiente', isto é, que os sucessivos governos PS e PSD, por vezes acolitados pelo CDS, não souberam aproveitar as oportunidades geradas pela 'união monetária e pela globalização', escamoteando [a realidade]."
2. "Antes pelo contrário, o que nos fez chegar à situação actul foi a miserável traição que esses sucessivos governos [o centrão] praticaram para com o povo português e para com a nossa soberania nacional que levaram à sistemática destruição do nossos tecido produtivo e à enorme dependência da nossa economia face ao exterior - importamos hoje mais de 80% daquilo que necessitamos para gerar economia, a que leva a ciclos cada vez maiores e mais profundos de endividamento".
3. "Foram muito importantes os temas abordados por Garcia Pereira no 'Em Foco' (canal ETV): o aumento da jornada de trabalho na função pública sem a retribuição correspondesnte e a inevitável e única onsequência do agravamento do desemprego e do objectivo último da privatização de serviços públicos essenciais; a denúncia violenta da tentativa do governo de, sob a capa da discussão da reforma do Estado, levar a cabo a entrega aos capitalistas privados de sectores como a saúde, a educação e a segurança social" - ver outras coisas mais no respectivo video do 'Luta Popular'.
4. "Poupar é um acto voluntário. Decorre, normalmente, do facto de um indivídu, casal ou pessoa colectiva, considerar que, existindo um sobrexcedente de rendimentos, deve acautelar o seu futuro e aforrar essa verba que não é vital para a sua sobrevivência e reprodução. Na presente conjuntura, em que todos os dias os trabalhadores são vilmente assaltados e despojados de uma grande fatia dos rendimentos que auferem do seu trabalho para serem sacrificados no altar de uma dívida que não contraíram e da qual não retiraram qualquer benefício, claro está que não há lugar para qualquer poupana".
5. "Os primeiros números de adesão à greve geral [14 de Novembro] apontam para uma forte participação da classe operária e dos trabalhadores nesta jornada de luta, já superior à última greve geral"
6. "Cavaco não demite o governo de traição [Coelho, com Seguro entre Portas], apesar essa ser uma exigência clara do movimento democrático e patriótico uma vez mais expressa durante a greve geral de 14 de Novembro, uma das maiores greves que há memória na história da luta sindical depois do 25 de Abril de 1974. Cavaco Silva: um presidente fora de prazo!".
7. Se não está de acordo com estes excertos, avance e exponha a sua opinião no 'Luta Popular On-line'.
Nau
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