sexta-feira, 29 de junho de 2012
Nº. 229 - Portal da Cidadonia
1. Numa recente visita guiada a Lisboa, deparámo-nos com situações deploráveis e quadros arquitectónicos aberrantes.
2. A fim de reduzir o déficit das empresas públicas, os títulos dos transporte urbanos foram espiraladamente aumentados, reduzindo a mobilidade dos idosos de fracos recursos económicos, afectando a qualidade de vida destes e agravando os encargos com a saúde pública num futuro próximo.
3. Nas carreira de autocarros Algés/Oriente, Damaia/C.M.Pátria e Pontinha/Algés assistimos à frequente entrada de passageiros que não se encontravam munidos com os respectivos títulos de transporte, não se dando ao trabalho sequer, a maior parte destes utentes, em disfarçar tal situação irregular.
4. Segundo parece, os fiscais ao serviço da empresa transportadora, embora actuando em grupos de três ou quatro elementos, mal conseguem fazer face à agressividade dos utentes faltosos dos quais, por vezes, nem identificação ou endereço conseguem obter.
5. Por outro lado, os paineis indicativos dos tempos de espera distribuidos por algumas paragens raramente funcionam como elementos informativos pela disparidade dos números apresentados. Os abrigos para aqueles que aguardam o transporte são decorativos, mas pouco funcionais.
6. Os mamarrachos municipais, elaborados por técnicos sem qualquer perspectiva de utilização pessoal, abundam graças a critérios herméticos, tal como a estrutura metálica do terminal do Colégio Militar que, supostamente destinado a proteger passageiros, apenas dão guarida a pombos que do equipamento fazem dormitório e latrina.
7. O estacionamento de viaturas em Lisboa é caótico e as escolas de condução meras agências burocráticas. Sintomático é o estacionamento das viaturas de uma dessas escolas na esquina da Avenida do Brasil (Campo Grande) obstruindo uma movimentada paragem de autocarros.
Nau
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário