sábado, 2 de junho de 2012

Nº. 202 - O Pensamento Único, IV


1. Desde os tempos do "monarquicos.com" e do malogrado "realistas.org" tenho insistido para que as pessoas se questionem acerca do fundamento monárquico.

2. Raros são aqueles que se aventuram a pôr em causa o seu pensamento único, embrulhando-o em valores que, como é sabido, serão tudo aquilo que é útil para a comunidade - logo, tanto válido para monárquicos como para republicanos.

3. Alguns (talvez os mais... distraídos) chegam a pôr em causa o princípio da hereditariedade e vitaliciedade do soberano, optando pelo pensamento único salazárquico de vários pretendentes.

4. Na falta de algo mais que possa justificar o pensamento único republicano, os putativos defensores da Coroa buscam na lei aquilo que mais carecem, isto é, o conhecimento intrínseco desta existir de acordo com as necessidades reais da comunidade.

5. Logo, os ortodoxos do pensamento único continuam fieis à prática salazárquica que sufragava o pretendente do seu agrado dentro dos prazos convencionais, mantendo a formalidade republicana, na linha daqueles que preferem a designação de Chefe de Estado em vez de Rei ou Presidente da República.

6. Aparentemente progressistas, os viciados no pensamento único não curam dos interesses da comunidade, afirmando-se monárquicos por mera argumentação clubística; assumindo-se como meros camaleões quanto à forma de gestão da comunidade: anti-comunistas, anti-liberais, anti-socialistas, etc., na linha do pensamento único republicano de índole anti-monárquica.

7. Nós, os cooperativistas, pretendemos a multiplicação de comunidades na Comunidade, dispensando outro tipo de pretendentes pois o nosso Rei é, de jure e de facto, D. Duarte Pio.

Nau

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