1. A maioria das pessoas não toma decisões conscientemente; estas acontecem por mero acaso.
2. O acto de decidir, na generalidade, está condicionado por causas emocionais, sociais ou sectárias.
3. O comum dos cidadãos poderá reagir de modo pouco convencional por fortuitas dificuldades, necessidades fisiológicas, compromissos assumidos, etc..
4. Por outro lado, o poder ou o prestígio de alguém de certo que estimulará opções e estas, caldeadas pelo tempo, tornar-se-ão regulares.
5. A razão é apenas aparente e, quando se pretende justificar o acto em si, evocam-se valores sem qualquer intenção de os justificar.
6. Motivar o maior número possível de cidadãos é o objectivo partidário, embora este nem sempre coincida com os interesses particulares.
7. A associação livre de produtores e/ou consumidores, com o fim de proteger os seus associados de decisões menos ponderadas, bem como dos lucros de especulativos intermediários, é a razão do movimento cooperativista.
Nau
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