sábado, 10 de dezembro de 2011

Nº. 28 - Cooperativismo

1. O princípio cooperativo de concertação de várias pessoas para trabalho de interesse comum nem sempre é bem compreendido.

2. Vejamos: o A tem uma ideia, o B disponibiliza o espaço para o desenvolvimento da mesma e o C o equipamento necessário para o fim em causa.

3. Claro que ao trio mencionado no parágrafo anterior poderemos acrescentar ene pessoas e o efeito será o mesmo: diálogo, consenso eventual, concerto do empreendimento.

4. Exemplifiquemos: a frequente necessidade de fotocópias, um local acessível e uma disponibilizada máquina resolverá, a preços moderados, as necessidades dos aliciados cooperadores.

5. Bom é ter presente que na cooperação de cinco pessoas há seis identidades: os cooperadores propriamente ditos e o projecto concertado entre eles. Logo, projecto extinto, nada há para distribuir pelos associados, porquanto os benefícios de/para cada um foram, a seu tempo, criteriosamente determinados.

6. O exemplo trazido à colação poderá parecer um tanto ou quanto rebuscado, pois o equipamento seria facilmente reduzido a patacos e o montante apurado distribuido pelos cooperadores... e a ideia avançada por A? e o espaço cedido por B? e a energia de alguns para que o projecto funcionasse? como calcular as mais valias?

7. Logo, extinta a sexta identidade, nada haverá para distribuir pelos cinco cooperadores, devendo o rescaldo ser religiosamente cedido a terceiros.

Nau

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