1. Na última resenha do 'Luta Popular' deparamo-nos com uma questão, 'Que Democracia?', deixando esta pressupor a existência de várias.
2. A 26 de Agosto último iniciei uma série de apontamentos no 'realista.org' acerca de tal matéria, os quais foram interrompidos pela caterva de hackers que tornaram impossível qualquer participação racional.
3. Nas considerações preliminares aos referidos apontamentos salientei que, embora se fale muito de democracia, i.e., governo do povo, este mostra grande despreendimento por tudo aquilo que não afecta as suas vidas diárias.
4. O próprio acto eleitoral é-lhe indiferente, votando apenas uma minoria de partidários, de meros simpatizantes ou de nefelibatas disponíveis que a engenharia do escrutínio ajuda harmonizar.
5. Por vezes os Estados têm à cabeça figuras meramente decorativas como, por exemplo, a Salazarquia (Presidente Carmona) em Portugal e o Franquismo (Caudilho Franco) em Espanha, ficando a corrupção limitada ao núcleo duro.
6. As democracias parlamentares, frequentemente, pecam pela falta de cariz dos políticos envolvidos, fortemente permeávis a pressões de interesses particulares, motivadores de subornos através dos quais alguns conseguem algo oposto à justiça, à moral ou ao dever.
7. Tentarei catrapiscar os anteriores apontamentos, mas seria ouro sobre azul se o diálogo se estabelecesse neste espaço.
Nau
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