quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Nº. 831 - RAC
1. A doutrina e a real actividade cooperativa foram apresentadas, com pompa e circunstância, no apontamento de ontem.
2. Claro está que os mais recalcitrantes poderão visitar as páginas disponíveis acerca do movimento cooperativo no País Basco, apresentando as suas abalizadas opiniões.
3. Há aqui no Porto uns figurões que, encaminhados para um espaço da Internet onde se acomodaram, vomitam pareceres pouco doutrinários e excêntricos: o Rei deve ser eleito; as Cortes deviam ser consultadas de imediato; quem não é da minha cor não é boa gente, e outras coisas mais.
4. Conservados mentalmente nos tempos idos por crionização incipiente, os ditos figurões têm dificuldade em viver o dia de hoje, exigindo a aplicação dos métodos do passado; criticando o presente, sem coragem para avançar com propostas de recurso e/ou até inovadoras.
5. No combate político são exímios em atacar os correligionérios porque fazem alguma coisa, embora eles, os novos Catões, nada façam para além de palrarem, picardiarem e repetirem os lugares comuns que, candidatos à ribalta situacionista, alardeiam.
6. Voltamos a afirmar: não somos liberais, nem socialistas - somos cooperativistas. Quem tiver já experiência no sector cooperativo (diremos como Mao) que o continuem a praticar melhorando, se possível, tal prática; quem a não tiver que procure informar-se convenientemente.
7. Novas hegemonias se desenham no horizonte da política, todas elas com raizes herdadas do capitalismo mais grosseiro e inhumano. Urgente é engrossar o movimento de recurso: o CMC.
Nau
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