terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Nº. 817 - RAC


1. Sempre alimentei a esperança de que alguma cooperativa portuguesa - num mundo a rondar as 4 000 unidades - se apresentasse de motu proprio neste espaço.

2. Claro está que, ao tomar tal iniciativa, os promotores da mesma forçosamente não se identificariam com a opção institucional aqui preconizada.

3. As unidades cooperativas estão abertas a todas as pessoas interessadas em utilizar os seus serviços e responsabilidades inerentes, sem qualquer discriminação social, racial, política ou religiosa.

4. Caracerizam-se as associações de índole cooperativo pela livre adesão, gestão democrática, independência de quaisquer grupos económicos ou facções políticas, objectivos sociais, ausência persecutiva do lucro e benefício pessoal dos cooperadores.

5. Nos exemplos apresentados ao longo da nossa actividade neste espaço tais princípios têm sido escrupulosamente respeitados: as cooperativas trazidas à ribalta apenas servirão como modelos inspiradores.

6. Assim, todo o grupo de cooperadores dinâmicos poderão anunciar neste espaço as suas actividades e projectos, eventualmente aliciando novos associados para os mesmos.

7. O Estado providencial por disponibilizar os meios necessários para remediar necessidades chegou ao fim e sobrevive carregando de impostos os menos favorecidos - é ttempo de arregaçar as mangas e lutar pelos nossos interesses, respondavel e solidariamente.

Nau

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