quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Nº. 810 - RAC
1. Será que o cooperativismo sobreleva o comunismo?. Claro que sim, porquanto o primeiro adestra o trabalhar juntamente e o segundo delega em terceiros as decisões que só a nós dizem respeito.
2. Será que o socialismo que defende o predomínio da sociedade sobre o indivíduo leva vantagem sobre o cooperativismo? . Claro que não, porquanto o primeiro preconiza o domínio do Estado e a extinção das classes sociais ("quanto mais tarde, melhor...") e os segundos apenas ficam vinculados à prática cooperativa.
3. será que os liberais, partidários da liberdade política, civil, económica e religiosa são mais eficientes na criação da riqueza do que os cooperativistas?. Claro que sim, porquanto os primeiros impõem o consumismo à maralha para o usufruto de maiores lucros a minorias, enquanto que os segundos apenas procuram satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos cooperadores.
4. Melhor será ter presente que as riquezas naturais são exauríveis e a produção de sucedâneos a custo zero não é possível, mesmo com a utilização de andróides muito sofisticados, isto é, super-habilidosos.
5. Usufruir de um bem-estar - do corpo ou do espírito - sem nada contribuir para isso, só através de milagres e estes nem os cooperativistas são capazes de realizar.
6. Quer a partidarização da sociedade, quer a sindicalização de trabalhadores profissionais oude patrões (comerciais, industriais, financeiros) poderão tornar a soceidade mais conflituosa, masraramente os berros curam as dores de cabeça.
7. A harmonia cooperativista, dentro de uma prática comunalista, e o regresso do Rei - este por obviar as disputas partidárias no topo da comunidade - são as grandes linhas do CMC: cooperativismo monárquico-comunalista.
Nau
Nota: apontamento suprimido em 5/2/14.
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