sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Nº. 820 - Fim de Semana 7


1. De facto, somos cooperativistas porque a prática e a cooperação consegue dirimir a competitividade entre pessoas, tornando a concertação e a solidariedade mais real.

2. Todos os animais da mesma espécie têm necessidades idênticas; logo, são todos semelhantes em natureza, embora diferentes em capacidades - físicas e/ou intelectuais - que na cooperação tornam-se a força adequada para a almejada reforma da ancilosada comunidade dos nossos dias.

3. Por outro lado, a prática cooperativa não só disciplina o consumo, como robustece o espírito comunalista, através de consensos que não de jogos eleitorais em que o estratagema de 'um voto, um homem' apenas serve o interesse de oligarcas e de demagogos de serviço.

4. Repetimos: o Estado Providencial descredibilizou-se pela exaustão de meios, bem como pela doentia centralização, fundamentada na transformação de indivíduos capazes e dinâmicos em meros pensionistas que inexoravelmente serão confrontados  pela insolvência do alardeado projecto.

5. A apatia do maralhal continua vergada de impostos e na contemplação dos respectivos umbigos (ou um palmo abaixo deste) na expectativa que a recessão económica se esvaneça, mas os usurários não abdicam das suas onerosas regalias.

6. Claro que a luta popular só terá o desejado êxito através de uma ilustríssima e reverendíssima reforma: clamar por direitos sem o cumprimento das inerentes responsabilidades é disparate certo.

7. O regresso do Rei depende do robustecimento da consciência cooperativa.

Nau

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