quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Nº. 803 - RAC
1. Pela Europa toda, as hortas dentro das grandes urbes são uma realidade, tal como se verifica em Berlim.
2. Há hortas ecológicas, hortas em estufas, hortas até nos quintais de certos restaurantes que fazem gala em afirmar que os vegetais incluidos nas suas saladas estão isentos de produtos químicos.
3. A febre de produtos frescos - e de boa qualidade! - são já preocupação de autarcas de todos os quadrantes políticos, tendo ganho alguma visibilidade em Lisboa com a passagem de João Soares pela presidência camarária.
4. Já no tempo de Sidónio Pais - e reflexo dos desmandos verificados na 1ª República - aquele ditador sugeriu aos lisboetas o cultivo de alfaces em tudo que era terra - em vaso, caixote ou varanda - advindo daí o epíteto de alfacinha aos residentes da capital.
5. No último apontamento avancei com a hipótese da exploração de hortas comuns na velha tradição cooperativista, podendo os mini projectos - estufas, sementes e técnicas de desenvolvimento - serem adquiridos nas casas dessa especialidade.
6. O êxito que se tem verificado neste tipo de hortas em Berlim é digno de ser seguido, pelo que a sugestão aqui apresentada tem cabeça, mãos e pés para ir avante, particularmente nos tempos difíceis que por aí se advinham.
7. A segunda hipótese consiste na formação de uma cooperativa "irregular", isto é sem implicância de estatutos, mero acordo de cavalheiros que fazem a compra e armazenamento de produtos essenciais para um grupo de famílias.
Nau
Nota: apontamento suprimido em 29/1/14.
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