quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Nº. 805 - Luta popular


1. Frente ao Atlãntico, num pequeno rectângulo da Península Ibérica, há um povo ingovernado por carência cooperativa.

2. Com uma vasta disposição para os sentimentos religiosos, esta leva a crer que tudo se resolve por intervenção de entes supremos, bastando a palavra de sacerdotes encartados e/ou de políticos demagogos, isto é, daqueles que fazem dos negócios públicos a sua profissão, para a coisa ir andando.

3. Mas o que faz a coisa andar é a vida - espaço de tempo que decorre do nascimento de um ser vivo até à sua morte - enquanto a vida dura, sendo tal espaço preenchido por grandes esperanças, muitas desilusões, alguns projectos materializados e, sobretudo, a pecha de mal-dizer a toda a sela.

4. A discussão de ideias vai do insulto ao arroto, acabando nas lamúrias habituais e à maledicência, apanágio dos frustrados , bem como daqueles que, por preguiça física e intelectual, se guardam para o dia seguinte que jamais se avizinha.

5. Por todos os meios, procura-se silenciar aqueles que não comungam das mesmas ideias, tidos como ultrages às suas imaculadas doutrinas ou perigo manifesto para a fé que fazem questão de alardear, embora fujam sempre à prática da sã moral, bem como da solidariedade para com os seus semelhantes.

6. O silêncio que tem sido imposto neste espaço é devido à continuada artimanha de infectar os computadores de serviço, pelo que, pacientemente, aguardamos que tais mentes perversas que o praticam se cansem e vão prá p. q. os p..

7. Nada fará parar a luta popular em que estamos empenhados pois, dentro em breve, o movimento CMC (cooperativimo monárquico-comunalista) será imparável.

Nau

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