quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Nº. 809 - Doutrina Cooperativa
1. Ontem, no Portal, rompi pela doutrina cooperativa dentro; hoje, resta-me apelar à boa vontade dos eventuais leitores para a prática cooperativa.
2. Não basta afirmar que conhece duas ou vinte cooperativas portuguesas - num cômputo de 4000 - cujo funcionamento é deficiente para, daí, tirar conclusões erradas.
3. Não basta sublinhar que pertence (ou pertenceu) a várias cooperativas das quais guarda amargas experiências para vituperar contra todas as outras que não conhece.
4. Talvez o erro não seja apenas dos outros e, segundo a pecha cá do sítio, se tenha deixado enredar pelos mexiriqueiros de longo curriculum que nada fazem e tudo emperram.
5. Cooperar, trabalhar solidária e juntamente, precede qualquer embrião civilizacional e/ou religioso abertamente contestando a doutrina político-económica que preconiza a abolição da propriedade privada e a comunhão dos bens a distribuir segundo o princípio a cada um de acordo com as suas necessidades.
6. Tais receitas mirabolantes que delega em sacerdotes a tomada de decisões que só a nós pertence é uma fraude que apenas serve para robustecimento de um Estado campeador da burocracia e bonifrate do grande capital.
7. Saibamos escolher os parceiros para as actividades que pretendemos realizar - traçando planos, estabelecendo metas - sem perder de vista que o objectivo é satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos cooperadores.
Nau
Nota: apontamento suprimido em 4/2/14.
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