segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Nº. 829 - Portal Comunalista
1. Comum, pressupõe a ideia de partilha e esta vai na linha da comparticipação; fazer parte; de uso público, indiferenciado.
2. Logo, comum é o oposto ao uso restrito - de poucos ou só de um - nada tendo a ver com propriedade unipessoal, a chamada propriedade privada, isto é, que não é pública.
3. Como todo o mundo já se apercebeu, este assunto do "comum" não vai ficar por aqui, por ser uma ideia muito grata, oposta ao espírito avassalador de posse que sublima a subjugação em vez do mero uso.
4. Partilhamos muitas coisas - até a maneira de estar no planeta Terra - embora, convictamente, se afirme o meu país, a minha rua, de modo enfático, sem o ferrete prejorativo de posse.
5. A hipótese da formação do "Partido dos Arnaldos" que em tempos sugeri ao meu homónimo brasileiro vai na linha certa, embora seja de salientar que até o partido da esperança lusa - o PCTP/MRPP - já tem nos seus quadros um Arnaldo: Arnaldo de Matos.
6. Bom é voltar ao cerne da questão - o comum - entendido como o oposto ao privado que importa cultivar para a consolidação do espírito comunalista - aquele que exige o respeito por tudo que é público.
7. Este portal continua escancarado a todo o tipo de intervenções que sublimem o comunalismo.
Nau
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