quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Nº. 808 - Portal Comunalista


1. Como povoação medieval que se emancipava do feudalismo, governando-se autonomicamente, a moderna comuna tem por fundamento pequenas unidades cooperativas ligadas entre si.

2. A suscitada proximidade de cooperativas de produção, serviços, agrícolas, consumo, etc., é o estabelecimento de uma rede que através de recursos financeiros próprios, satisfaça as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus associados.

3. Pequenas unidades aumentam a indispensável participação dos cooperadores na gestão das mesmas, tornando-as mais eficientes e adequadas tanto a comunas de pequenas, como as de grandes dimensões.

4. Criadas as expectativas num sistema politico-económico que preconiza a direcção e domínio do Estado nos bens de produção e consenso bem como de uma equitativa distribuição das riquezas, toda a iniciativa é coarctada e substituida por uma enredade burocracia.

5. A cultivada dependência num Estado todo poderoso só tem a aquiescência daqueles que beneficiam das sinecuras esportuladas pelas minorias que o tomaram de assalto e o controlam, bem como daqueles que, por manifesta incapacidade se submetem passivamente.

6. Toda a revolução destroi o momento e recria os mesmos esquemas do passado - o dos dirigentos e dos dirigidos - ronhosamente alimentados pelos gordos usurário sem rosto.

7. Os cooperativistas monárquico-comunalistas procuram, através do diálogo consolidar o futuro, tendo por fundamento a liberdade, a equidade e a solidariedade.

Nau

Nota: apontamento suprimido em 3/2/14.

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