sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Nº. 672 - Fim de Semana 38
1. A impossibilidade de dissecar quantitativamente em laboratório a faculdade de percepcionar, apreender, intuir e outras coisas da mesma jaez será frustrante, contudo (e frequentemente) usamos algo cuja natureza não se compreende - o que é a inteligência?.
2. Conjecturar será o recurso, mas o debate de coisas aparentemente inextrincáveis é um bom exercício porquanto motiva os comunalistas criteriosos a expor as suas razões num portal que continua escancarado sem afoitos interlocutores; porém, os temas de interesse comum não faltam.
3. Também os desafios para uma frutuosa actividade cooperativa saltam aos olhos, desde a ventura de uma "casa de férias", aliada a uma aprendizagem ecológica, esta extensível à criação de outras cooperativas de interesse muito pertinente nos difíceis tempos em que vivemos, i.e., as cooperativas de consumo.
4. Os números demonstram que a população portuguesa segue no encalço dos outros membros da União Europeia: o apelo das grandes urbes deseraiza e aparentemente esmaga o espírito comunalista através do centralismo burocrático que é urgente combater.
5. Um cheiro de poesia vem mesmo a calhar, nas palavras do poeta batalhense José Travaços Santos: "mas em quantas mudanças nós não temos voz e ficamos sós com a esperança", (poemas "Guarda-Livros", editora Folheto Edições e Design).
6. Não, não baixamos os braços. Não aceitamos uma República partidocrática, nem uma Monarquia redentorista porquanto o regresso do Rei só será possível através do robustecimeno do conceito cooperativista monárquico-comunalista.
7. Votar nos partidos que ainda não tiveram lugar na Assembleia da República é uma boa hipótese - o chamado voto de protesto - mas votar no PCTP/MRPP é reacender a chama da esperança pois, parafraseando o poeta José Travaços Santos, não estamos sós.
Nau
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário