segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Nº. 668 - Doutrina Cooperativa


1. "Pola, pola", dizia o agastado japonês, leitor na Universidade de Coimbra, pretendendo usar as expressões dos intelectuais lá do sítio.

2. De facto, a doutrina cooperativa resume-se numa simples palavra - cooperação - e apenas a prática poderá dar os almejados objectivos.

3. Como é natural, a burocracia assusta os neófitos quando ensaiam os primeiros passos nesta doutrina, mas uma visitinha à CASES (Cooperativa António Sérgio para a Economia Social) obviará a maior parte dessas dificuldades.

4. Sugestões e exemplos têm sido avançados neste espaço, voltando nós a insistir: porque não organizar um grupo de amigos e fazer uma casa de férias na aldeia em que um dos membros do referido grupo tem familiares incapazes de fazer a manutenção da mesma?.

5. Neste primeiro passo de "casa de férias" segue-se a oportunidade de aprender a fazer a manutenção de uma horta, a ampliação de um pomar, até o trato de animais de capoeira que alguns apenas têm presente, como refeição de recurso, nas churrasqueiras das grandes urbes.

6. Talvez a proximidade dos váriosmembros do grupo da "casa de campo" - no planeamento das acções; nos trabalhos realizados; nos consensos atingidos - permita algo mais subsancial: uma cooperativa de consumo, dispensando as peregrinações plurifamiliares aos hipermercados.

7. As reformas sociais não são realizadas apenas pelos partidos políticos: os cooperativistas monárquico-comunalistas convictos darão uma boa achega.

Nau

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