domingo, 15 de setembro de 2013

Nº. 667 - Portal Comunalista


1. "Amigos, cento e dez, ou talvez mais, eu já contei. Vaidades que eu sentia: supus que sobre a Terra não havia mais ditoso mortal entre os mortais".

2. Todos me têm apoiado, chamando a atenção para erros de todo o tipo - troca de letras, saltos de linhas, frases ambíguas... - tudo devido a cansaços, precipitações e inexperiência dactilográfica dos operadores.

3. Porém, o objectivo deste espaço é discutir ideias; alertar para os erros do presente (e do passado); chamar a atenção para as tropelias daqueles que se acham grandes, e para os pequenos que conspurcam e vandalizam o espaço comum.

4. Gigantes (como a EDP) desdobram-se em várias empresas, duplicando serviços e onerando os custos aos consumidores apenas para garantir chorudos postos de trabalho a administradores, e maiores rendimentos a accionistas "desconhecidos".

5. A indústria farmacêutica continua a apostar em embalagens gigantescas de comprimidos, pastilhas, drageias, etc., que apenas servem para um aumento da tolerância do organismo, depois da sua administração repetida. Logo, droga para pacientes que alimentam, não uma útil investigação científica, mas uma onerosa "propaganda médica".

6. O que produzem os burocratas? Apenas soluções formalistas e/ou organizativas, mormente tão cheias de buracos que obrigam os simples mortais a gastar tempo e dinheiro a preencher formulários, a peregrinar por vários serviços públicos para o cumprimento de regras ditadas por Bruxelas (complicadas em Lisboa) que nada de útil ou eficaz garantem.

7. "Amigos, cento e dez...", urgente é motivar os comunalistas criteriosos a expor as sauas razões; a denunciar os sanguessugas que nos rodeiam; a erguer o escudo cooperativista contra as investidas do capitalismo selvagem e/ou do centralismo burocrático.

Nau

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