terça-feira, 17 de setembro de 2013
Nº. 669 - Real Actividade Cooperativa
1.As organizações da economia social, como um dos instrumentos geradores de emprego, são as cooperativas, as fundações, as mutualidades e as misericórdias, estas últimas como instituições de assistência de apoio à população menos favorecida.
2. Cerca de 10% das entidades envolvidas na economia social, a nível europeu, isto é, dois milhões de organizações - 6% do emprego total - garantem elevado potencial para gerar e manter empregos estáveis, segundo informação do Parlamento Europeu (Resolução 12/2/2009).
3. Quase metade da população portuguesa (49%) vive em regiões urbanas; 15% em regiões intermédias e 36% nos meios rurais, enquanto que no conjunto da União Europeia os dados são os seguintes: urbanos 46%; regiões intermédias 35% e nos meios rurais 23%.
4. O sector não lucrativo (organizações de cariz social) empregam cerca de 185 mil pessoas, contribuindo com 2,7 mil milhões de Euros para o valor acrescentado bruto (VAB), com uma remuneração laborial média inferior à praticada no mercado de trabalho.
5. Claro que Bruxelas já se prontificou criar uma "Fundação Europeia" para englobar as organizações que se dediquem a causas de interesse público pelo que, dentro em breve, haverá tantos procedimentos burocráticos para favorecer os centralismos habituais.
6. Construir soluções para o dia de amanhã é uma das preocupações do movimento cooperativista monárquico-comunalista, almejando para o aumento em número de apoiantes criteriosos que permitam a dinimização de uma bem estruturada economia social.
7. Hoje salientamos: "ARCOOP - Cooperativa para a Inserção Profissional em Arquitectura", www.arcoop.com; "SEACOOP - Social Entrepreneurs Agency", www.seagenvy.org; "CULTUREPRINT, www.cultureprint.pt.vu.
Nau
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