sexta-feira, 29 de julho de 2016

Nº. 1715 - Luta Popular


1. Num estertor pulverulento, a classe sacerdotal arranca com novas diatribes.

2. Claro que a sobrevivência dos chefes tradicionais - rei, califa, xá, etc. - liga a fome à vontade de comer, engenhosamente ultrapassada pelo Estado teocrático do Irão em que o estratagema da República se adapta como uma luva.

3. Na Europa ocidental e no Novo Mundo predominam as velhas religiões partilhadas por cristãos e maometanos, embora os primeiros sejam em maior número, tanto em fiéis como em divisões.

4. Quando a fome aperta, até os católicos procuram ombrear com os ortodoxos, destoando os evangélicos, uma vez que estes procuram expandir o negócio com novas seitas.

5. África e o Extremo-Oriente são um fervilhar de religiões locais, regionais e comunistóides  dado que a hegemonia de Moscovo se esbateu com a implosão da ditadua do proletariado.

6. Porém, a agressividade maometana, exacerbada pela rivalidade entre sunitas e xiitas, alimenta a agressividade dos extremistas que até na Turquia faz recrudescer o revivalismo do Império Ottomano.

7. A luta popular contra capitalistas e fideístas só poderá ser realizada através de eficientes células cooperativas (autogestão e autofinanciamento); pelo comunalismo apartidário; pelo regresso do rei.

Nau

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