quarta-feira, 13 de julho de 2016
Nº. 1699 - RAC
1. Sempre houve "pretendentes às coroas" - por oportunismo ou fome de notoriedade - para gáudio da burguesia dominante que na República tem vasto campo para as suas tropelias.
2. Vezes sem conta temos sublinhado que tanto os patrícios romanos, como a nobreza peconceituosa vêem nos soberanos a prazo a oportunidade (embora remota) de virem a ser eleitos para tal função, a fim de imporem os seus conceitos pessoais.
3. Por outro lado, o partidarismo é largamente cultivado pelos plutocratas que, em tempos de mudanças, vão dando as suas facadinhas nos orçamentos (partidários, governamentais, públicos, etc.) financiando a produção e o escoamento desta.
4. Claro que não vale a pena perder tempo com pretendentes espúrios, porquanto mesmo o herdeiro da Coroa Portuguesa terá que se submeter ao veredicto da Assembleia Magna na qual assumirá o compromisso de ser soberano de cristãos, ateus e outras tendências - quer religiosas, quer políticas.
5. Restaurar a Monarquia está fora da nossa ambição de reformar a mentalidade burguesóide dominante, dado que, tanto a Carta Constitucional como a República vigente, sendo ambas coisas do passado apenas deverão ser tidas como algo a evitar, esperançosamente caminhando para uma via alternativa ao liberalismo capitalista e tecnocrático, bem como aos socialismos centralizadores e burocratizantes.
6. À semelhança do que aconteceu por todo o Planeta Azul em que as Repúblicas foram impostas por revoluções ditas democráticas, a Monarquia também poderia ser restaurada pelo mesmo processo e com ofertas do inesgotável bacalhau a pataco.
7. Logo, trabalhamos para instauração da Monarquia através da multiplicação das células cooperativas dado que estas permitem uma salutar prática de autogestão e autofinanciamento (escudo eficaz contra a avassaladora estratégia capitalista) visto que o soberano, heriditário e vitalício, reina mas não governa.
Nau
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