terça-feira, 19 de julho de 2016
Nº. 1705 - Doutrina Cooperativista
1. Em meados do século XIX, o capitalismo apostava na mecanização e no escoamento das grandes séries, descartando mão-de-obra não especializada sempre que possível.
2. A valorização do trabalho verificava-se apenas no sector das profissões liberais - medicina, advocacia, engenharia e pouco mais - sendo o labor manual irregular e mal pago.
3.Procurando valorizar todo o tipo de trabalho, a mão-de-obra dita descartável procurou assegurar a sua subsistência através do associativismo em unidades de produção e de solidariedade social.
4. Teóricos como Charles Gide, na sua "República Cooperativa", limitaram-se a avançar com propostas utópicas, normalmente ensaiadas no Novo Mundo,
5. O alemão Reffeisen, muito mais pragmático que Gide, avançou com as cooperativas de consumo, de aforro e de crédito, tendo algumas destas chegado até aos nossos dias.
6. A cooperativa de Rochdale tornou-se o padrão do cooperativismo ao pretender minimizar as dificuldades dos trabalhadores dentro dos moldes das cooperativas de consumo.
7. Logo, a cooperativa é uma empresa de propriedade partilhada, gestão feita pelos associados e financiamento pelos réditos próprios.
Nau
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