1. Não basta presumir-se monárquico - vaidade, afectação, pressupostos infundados - pois o que importa é afirmar-se como racionalmente monárquico.
2. O passado - do qual lembramos feitos heróicos, esquecendo erros crassos, pusilanimidades de alguns, voracidade de muitos - é património da comunidade que importa consolidar na vertente positiva e transmitir impoluto às novas gerações.
3. Bom é ter sempre presente que monárquico não é mero partidário da Monarquia uma vez que esta é uma instituição - a própria coisa fundada - que não um grupo de pessoas unidas em actividades para a conquista das cadeiras do poder.
4. O partido político não é mais do que um conceito burguês, arregimentando muitas pessoas contra outras que, por mera suposição, têm interesses opostos, embora o objectivo seja colher benefícios de qualquer ordem para os plutocratas e seus apaniguados.
5. Sendo Monarquia governo de um só (mono+arkhe), isto é, do Povo, a figura do rei harmoniosamente serve para obviar disputas partidárias no topo da comunidade uma vez que reina mas não exerce qualquer função executiva, embora soberano vitalício e
hereditário.
6. A luta popular consiste no excelso conceito de trabalhar concertadamente - actuar ao mesmo tempo e para o mesmo fim - contra a exploração capitalista e o espírito da impante classe burguesa.
7. A luta popular opõe a cooperação e o apoio mútuo para a consolidação de uma economia social; um comunalismo de gestão autonómica e auto-financiamento equilibrado, abrindo o caminho para o regresso do rei.
Nau
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