terça-feira, 5 de julho de 2016
Nº. 1691 - Doutrina Cooperativista
1. Pretender a restauração da Monarquia dentro dos moldes do liberalismo do início do século passado - não, não vale a pena.
2. Regredir aos tempos da ominosa República maçónica, clientélica e mata-frades, dos 16 anos de regabofe de criminosos e de caudilhismos espúrios - não, só muito obrigado.
3. Macaquear uma salazarquia com incensos ou água benta e vários peões de brega - no mau sentido, provincianos - policíaco e ditatorial; de planificação económica canhestra e funcionalismo medíocre - não, graças a Deus!.
4. Por outro lado, modorrar na República vigente - burguesocrática e clientélica - em que os espoliadores oneram os humildes para beneficiar governantes incompetentes e apaniguados insaciáveis - não e não!. Basta de corruptores e de corruptíveis.
5. Todo o mundo almeja por uma reforma da mentalidade burguesa, serventuária dos plutocratas, estes incutindo no espírito do maralhal que Democracia se resume ao voto inimputável, e a República ao soberano a prazo.
6. Ora sendo a Monarquia sinónimo de governo do Povo, este não deverá delegar o seu poder de decisão a demagogos, procurando satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais através de células cooperativas.
7. Nas ditas células cooperativas não há lugar para disputas partidárias, sendo as uniões, federações e confederações elos suficientemente fortes para dirimir as tentativas hegemónicas capitalistas.
Nau
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