segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Nº. 1474 - Doutrina Cooperativista
1. No dia 1 de Dezembro, o herdeiro da Coroa Portuguesa, Dom Duarte Pio, dirige uma mensagem ao pais que, à semelhança dos tempos da salazarquia, não é dado o devido relevo nos meios da comunicação social.
2. A praxe da apresentação de tal mensagem confirma a disponibilidade do Chefe da Casa de Bragança em servir o país, à semelhança do que fizeram os seus antepassados, particularmente nos momentos tão difíceis como os ocorridos em 1640.
3. Não é a independência de Portugal que está em risco como Estado soberano - do qual tem vindo, progressivamente, a abdicar através dos tratados da União Europeia - mas a perda da identidade como povo do rectângulo mais ocidental da Península Ibérica.
4. Como é óbvio, nós, cooperativistas, temos presente a importância das uniões, federações e confederações que gizamos para a defesa dos nossos interesses, cientes de que as unidades cooperativas minhotas, por exemplo, satisfazem plenamente os paladares e interesses da sua região.
5. Logo, não somos anti-União Europeia porquanto a recente experiência estadunidense (pouco mais de dois séculos) demonstra que cada um dos seus Estados cultiva os hábitos e costumes adquiridos, mantendo-se solidários, mesmo quando algum deles apresenta deficits orçamentais e/ou de outra jaez.
6. O que nos preocupa é a falta de carácter de alguns dos nossos políticos que pretendem celebrar o 5 de Outubro como a data da imposição do regime republicano, escamoteando o facto de Portugal ter adquirido o reconhecimento de Reino soberano em 5 de Outubro de 1143.
7. Entre a data que celebra actos nefandos de sectarismo antidemocrático e a data da fundação do Reino de Portugal, optamos por esta última, não esquecendo o regicídio e o terrorismo gratuito da República maçónica.
Nau
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