quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Nº. 1463 - Luta Popular


1. Ontem arenguei acerca da falta de propostas credíveis para a reforma da mentalidade burguesa vigente.

2. Sublinhei que não seriam as fórmulas do passado que iriam resolver os problemas do presente em que a maioria da população luta pela subsistência; outros safam-se através de habilidades e sortes várias; os afortunados desfrutam do trabalho alheio.

3. A República subsiste por equívocos deliberados e pelas criminosas actividades das lojas maçónicas que, desde a independência estadunidense, são controladas pelos plutocratas, estes descaradamente especulando com a produção petrolífera, o negócio das armas e, sobretudo, das drogas.

4. Logo, o que importa é discutir a reforma do sistema partidocrático em vigor, atenuando, aliás, dirimindo o clubismo deste através de candidatos independentes, assegurando aos mesmos o acesso aos meios de comunicação social, tal como foi ensaiado pelos movimentos cívicos nas últimas eleições, mas sem a tentação de serem criados novos partidos.

5. Procura-se entreter o maralhal com disputas religiosas esquecendo que cabe ao próprio Deus mostrar a sua omnipotência, dispensando a intervenção de meros peões que, por actos criminosos, apenas demonstram a falta de fé e dúvida das capacidades e/ou potencialidades divinas.

6. A aristocracia d'antanho é ridicularizada pela pretensão de viver das glórias doutros tempos, esquecendo que as classes não se verificam pelo nascimento ou entre grupos sociais, mas sim entre posições sociais.

7. A luta popular justifica-se pela necessidade da multiplicação das unidades cooperativas.

Nau

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