quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Nº. 1455 - Prelo Real
1. Todos nós temos presente que a corrupção - suborno, desmoralização, abuso de poder e outras coisas mais, inconfessáveis e degradantes - grassa, a todos os níveis, em Portugal.
2. Sem dúvida que a República, com soberanos a prazo, muito tem contribuído para a febre clubista, isto é, o exacerbar da paixão partidária, sendo esta responsável pela promoção de dirigentes pouco recomendáveis.
3. Por outro lado, políticas erradas têm permitido a grupos económicos tomarem o controlo de unidades de produção e serviços essenciais, impondo taxas e impostos sobre o consumo muito superiores aos praticados na Europa.
4. As concessões dadas a companhias de exploração ou construção de utilidade pública e particular são de tal modo escandalosas que chegam a garantir aos investidores que estes serão ressarcidos de hipotéticos prejuízos caso não obtenham os lucros previstos.
5. Claro que a administração destas majestáticas empresas é formada pelos filhos e apaniguados dos governantes que assim protegem o futuro por compadrio, sempre que são forçados a abandonar as cadeiras do poder.
6. Os escândalos bancários multiplicam-se no rotativismo político, até porque muitos administradores são provenientes da classe dirigente, dado que o conúbio entre a República e as lojas maçónicas é manifesto e indissociável.
7. Voltamos a apelar para os homens dedicados às letras tomarem a seu cargo a denúncia pública destes esquemas degradantes.
Nau
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