sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Nº. 1471 - Fim de Semana 47
1. Nós, cooperativistas, pugnamos pela multiplicação das unidades cooperativas que, através da prática da autogestão e do autofinanciamento, enrobustecem as deliberações responsáveis, obstando os terrorismos - tanto os plutocráticos, como os gratuitos.
2. O terrorismo, sendo uma opção demencial, procura justificar-se com base em hipotéticos conflitos religiosos e/ou políticos. Apenas o cooperativismo se justifica pela prática uma vez que esta se fundamenta na cooperação e no voto responsável.
3. A maioria das pessoas aguarda o alimento caído do céu na certeza de que é no deserto de ideias e nas areias movediças da política que melhores benesses auferem. Porém, tomar decisões é assumir responsabilidades e a maioria prefere criticar à sorrelfa, procurando não se comprometer; fugindo a todo o tipo de obrigações como o diabo da cruz.
4. Talvez não seja displicente repetir pela enésima vez que a doutrina cooperativista taxativamente estabelece a não discriminação social, racial, política ou religiosa pelo que a presença de monárquicos em espaços internáuticos - tanto da direita, como da esquerda - os isenta de qualquer prevaricação doutrinária.
5. Uma explicação clara acerca da utilização das energias renováveis, nomeadamente a energia eólica, é prestada por Henrique Sousa numa série de vídeos disponíveis em www.youtube.com/watch?v=SgfJMhiMpE.
6. Henrique Sousa, natural de Cabo Verde, é licenciado em Engenharia Electrotécnica pelo IST; fez um curso pós-graduação em Gestão de Energia na Universidade Técnica de Berlim, tendo um curriculum profissional digno de louvor.
7. A consciência adquirida de que as células cooperativas - onde se cultivam consensos e o voto responsável em regime de propriedade partilhada - protege os associados das invectivas das classes dominantes e/ou dos proprietários nomimais, é a verdadeira razão da luta popular.
Nau
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