quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Nº. 1462 - Prelo Real
1. Sendo óbvias as mazelas do regime político vigente, qual a razão da sua persistência?.
2. Claro que é a falta de mera alternativa credível, uma vez que os monárquicos encontram-se enredados em disputas de lana caprina sem coragem para avançar com um projecto inovador e reformista.
3. Falar do passado não é, de modo algum, displicente, mas não resolve os problemas de subsistência da maior parte da população da Comunidade portuguesa de fracos, aliás baixos rendimentos.
4. Causas incontroversas: a precaridade de emprego; o sistema de transigir em quaisquer circunstâncias, ou de se acomodar com as mesmas, em benefício próprio; a falta de capacidade empreendedora viciada no compadrio; o ónus plutocrático.
5. A crença ou paixão assolapada numa doutrina religiosa, presunçosamente comungada pela maioria, embora se proclame tolerante com outras confissões e/ou ateísmos, apenas serve para maiores crispações no seio da comunidade porquanto todos os credos são fraude e nefastos ao género humano.
6. Condenar a eleitorite e propor a nomeação do soberano vitalício por consulta popular; apontar a partidocracia como um dos males que assolam a comunidade e defender o parlamentarismo partidarista; verberar contra os governantes e pretender o governo do rei, não será apenas masoquismo mas distracção imperdoável.
7. Nós aqui continuamos a defender a multiplicação das unidades cooperativas, porquanto nestas a prática da autogestão e do autofinanciamento fortalecerá o voto responsável, sem discriminações sociais, rácicas, políticas ou religiosas.
Nau
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