quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Nº. 1449 - Luta Popular
1. Não há dúvida que no acto eleitoral de 4 de Outubro último os votos dos sociai-fascistas, bem como dos simpatizantes do PCTP/MRPP, fugiram para o BE o qual impou, atribuindo tal viragem da sorte à recente saída de alguns membros dos seus quadros.
2. Certo é que os trânsfugas do PCP como os do PCTP/MRPP não confiaram nos demagogos do PS, receando dar de mão beijada a maioria aos principais responsáveis da situação deplorável das contas públicas, isto é o PS e o PSD.
3. Deliberadamente, não nos esquecemos do CDS/PP porquanto os democratas-cristãos apenas têm servido de bengala ao PSD na impossibilidade deste último se aproximar do PS que, durante a última passagem pelo governo, fez socráticas tropelias, pondo o país em pantanas.
4. A rapaziada do PS (que fizera o mal e a tremonha) desdenhando da pouca margem que o anterior secretário-geral obtivera no penúltimo acto eleitoral, procura tirar desforço (tanto na frente interna como externa) correndo para os braços dos syrizas lusos.
5. Tudo leva a crer que a maioria dos votantes no acto eleitoral do dia 4 de Outubro pretendia castigar tanto a coligação PSD/CDS-PP pelos apertos do último mandato, como o PS pelo desvario de alguns dos seus dirigentes de proa.
6. Porém, o actual secretário-geral pretende ser o galo das galináceas do BE, embora corra o risco de reduzir o histórico PS à expressão mais simples devido ao aperto económico que se avizinha, mas isso é questão de dar tempo ao tempo.
7. O sabido Jerónimo de Sousa aguarda a oportunidade para recuperar os trânsfugas do seu partido e vai dando a bendição ao incesto PS+BE.
Nau
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário