segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Nº. 1474 - Doutrina Cooperativista
1. No dia 1 de Dezembro, o herdeiro da Coroa Portuguesa, Dom Duarte Pio, dirige uma mensagem ao pais que, à semelhança dos tempos da salazarquia, não é dado o devido relevo nos meios da comunicação social.
2. A praxe da apresentação de tal mensagem confirma a disponibilidade do Chefe da Casa de Bragança em servir o país, à semelhança do que fizeram os seus antepassados, particularmente nos momentos tão difíceis como os ocorridos em 1640.
3. Não é a independência de Portugal que está em risco como Estado soberano - do qual tem vindo, progressivamente, a abdicar através dos tratados da União Europeia - mas a perda da identidade como povo do rectângulo mais ocidental da Península Ibérica.
4. Como é óbvio, nós, cooperativistas, temos presente a importância das uniões, federações e confederações que gizamos para a defesa dos nossos interesses, cientes de que as unidades cooperativas minhotas, por exemplo, satisfazem plenamente os paladares e interesses da sua região.
5. Logo, não somos anti-União Europeia porquanto a recente experiência estadunidense (pouco mais de dois séculos) demonstra que cada um dos seus Estados cultiva os hábitos e costumes adquiridos, mantendo-se solidários, mesmo quando algum deles apresenta deficits orçamentais e/ou de outra jaez.
6. O que nos preocupa é a falta de carácter de alguns dos nossos políticos que pretendem celebrar o 5 de Outubro como a data da imposição do regime republicano, escamoteando o facto de Portugal ter adquirido o reconhecimento de Reino soberano em 5 de Outubro de 1143.
7. Entre a data que celebra actos nefandos de sectarismo antidemocrático e a data da fundação do Reino de Portugal, optamos por esta última, não esquecendo o regicídio e o terrorismo gratuito da República maçónica.
Nau
domingo, 29 de novembro de 2015
Nº. 1473 - Portal Comunalista
1. Vezes sem conta tenho conjecturado em fechar este portal dado que ninguém se aventura a transpor as suas ombreiras.
2. Porém, dentro ou fora deste, sempre que tocam no meu ponto nevrálgico - a comunidade ou o conceito de monarquia - têm me à pernada.
3. Os republicanos poderão ser poupados uma vez que o anteparo com que protegem os olhos não lhes tem permitido visões muito alargadas acerca da instituição monárquica.
4. Todavia os meus supostos correligionários, particularmente os fideístas "tolerantes com outros credos" ou atitudes políticas, têm que levar nas orelhas pela preguiça mental patenteada.
5. A comunidade - espaço geográfico delimitado onde residem povos, naturais e migrantes, com interesses afins e organização política comum - subsiste pela vontade dos seus habitantes.
6. O regime político vigente em Portugal com uma constituição que não permite alterar a base anti-democrática republicana, dura pela insensatez dos monárquicos.
7. Sem duvida que o soberano a prazo do regime republicano apenas serve para apoiar ou contrariar os governos que não sejam da mesma cor política deste.
Nau
sábado, 28 de novembro de 2015
Nº. 1472 - Psyche
1. As comunidades definem-se pelo trabalho que os seus residentes produzem.
2. Trabalho braçal, ajustado no desbravar e surribar da terra, caracteriza a comunidade agrícola.
3. A troca de uma coisa por outra - artigos fungíveis por espécies diferentes ou moeda - são prática da comunidade mercantil.
4. Quando a produção se torna escrava do capital e este estimula o consumo viciante a comunidade é a expressão da indústria.
5. Hoje o conhecimento adquirido orienta sistemas - conjuntos de partes dependentes umas das outras - supostamente aglutinando as comunidades.
6. Do trabalho mecânico, independente da vontade, caminhamos céleres para a robotização - lazer estupidificante.
7. Apenas as células cooperativas robustecem o espírito de comunidade, contrária aos nacionalismos espúrios, estes bastardos da globalização.
Nau
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Nº. 1471 - Fim de Semana 47
1. Nós, cooperativistas, pugnamos pela multiplicação das unidades cooperativas que, através da prática da autogestão e do autofinanciamento, enrobustecem as deliberações responsáveis, obstando os terrorismos - tanto os plutocráticos, como os gratuitos.
2. O terrorismo, sendo uma opção demencial, procura justificar-se com base em hipotéticos conflitos religiosos e/ou políticos. Apenas o cooperativismo se justifica pela prática uma vez que esta se fundamenta na cooperação e no voto responsável.
3. A maioria das pessoas aguarda o alimento caído do céu na certeza de que é no deserto de ideias e nas areias movediças da política que melhores benesses auferem. Porém, tomar decisões é assumir responsabilidades e a maioria prefere criticar à sorrelfa, procurando não se comprometer; fugindo a todo o tipo de obrigações como o diabo da cruz.
4. Talvez não seja displicente repetir pela enésima vez que a doutrina cooperativista taxativamente estabelece a não discriminação social, racial, política ou religiosa pelo que a presença de monárquicos em espaços internáuticos - tanto da direita, como da esquerda - os isenta de qualquer prevaricação doutrinária.
5. Uma explicação clara acerca da utilização das energias renováveis, nomeadamente a energia eólica, é prestada por Henrique Sousa numa série de vídeos disponíveis em www.youtube.com/watch?v=SgfJMhiMpE.
6. Henrique Sousa, natural de Cabo Verde, é licenciado em Engenharia Electrotécnica pelo IST; fez um curso pós-graduação em Gestão de Energia na Universidade Técnica de Berlim, tendo um curriculum profissional digno de louvor.
7. A consciência adquirida de que as células cooperativas - onde se cultivam consensos e o voto responsável em regime de propriedade partilhada - protege os associados das invectivas das classes dominantes e/ou dos proprietários nomimais, é a verdadeira razão da luta popular.
Nau
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Nº. 1470 - Luta Popular
1. O divórcio entre o maralhal e a classe dirigente (esta normalmente sob a tutela dos plutocratas) descamba, por norma, em violentos e lamentáveis conflitos.
2. As classes dominantes são useiras e vezeiras em reservarem para si o que de melhor é produzido na sua comunidade e, nos tempos das vacas magras, dificilmente querem abdicar dos seus viciantes privilégios
3. Por norma, o descontentamento popular em relação ao autoritarismo da classe dirigente é explorada por demagogos que aguardam a oportunidade para se alçapremarem para as cadeiras do poder.
4. Razões culturais associam a propriedade - bens adquiridos e/ou herdados - a mera segurança para uma vida (económica e social) estável e confortadora, garantida por um Estado de direito que não passa de efectivo aval político para a protecção dos proprietários.
5. Abre-se aqui um parêntesis para chamar a atenção para o facto do Estado de direito nada ter que ver com Democracia, dado que esta resulta de consensos e do voto responsável, enquanto que o Estado de direito se limitar ao estabelecimento de regras que apenas protegem os dirigentes políticos, bem como os plutocratas.
6. Logo, resumir o eterno conflito entre o maralhal e a classe política dominante - normalmente proprietária a fim de usufruir do trabalho alheio - como uma tradicional luta popular é inconsistente e abusivo.
7. A consciência adquirida de que as células cooperativistas - onde se cultivam consensos e o voto responsável em regime de propriedade partilhada - protegem os associados das invectivas das classes dominantes e/ou dos proprietários nominais, é a verdadeira razão e fundamento da luta popular.
Nau
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Nº. 1469 - PR: Henrique de Sousa
1. O futuro saudável do Planeta Azul é possível através da utilização racional das energias renováveis.
2. As energias renováveis são aquelas provenientes de recursos naturais e de capacidade regenerativa, tal como o sol, o vento, a chuva, as marés e o calor das entranhas da Terra.
3. Também a biomassa derivada de matéria orgânica - substância de origem animal ou vegetal, resíduos agrícolas e outras coisas da mesma jaez - é transformável em energia não poluente.
4. Uma explicação clara acerca da utilização das energias renováveis, nomeadamente a energia eólica, é prestada por Henrique Sousa numa série de vídeos disponíveis em www.youtube.com/watch?v=SgfJMRhiMpE .
5. Henrique Sousa, natural de Cabo Verde, é licenciado em Engenharia Electrotécnica pelo IST; fez um curso de pós-graduação em Gestão de Energia na Universidade Técnica de Berlim, tendo um curriculum profissional digno de louvor.
6. Dedicado igualmente às letras, Henrique Sousa tem espraiado os seus vastos conhecimentos pela filosofia natural, contos e sátiras que aguardam a atenção de uma Porto Editora, quiçá de uma grande casa editoral da vizinha Espanha.
7. Aos cooperativistas lusos, nossos correspondentes nas cinco partes do Planeta, sugerimos a oportunidade da consulta e divulgação da obra de Henrique Sousa.
Nau
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Nº. 1468 - RAC
1. A real actividade cooperativista é a verdadeira prontidão desenvolvida pelos cooperadores.
2.Claro que a definição do parágrafo anterior não é mais do que uma lapilissade, verdade óbvia em que, pelo ridículo, se enfatiza a singeleza do conceito.
3. Porém, certos monárquicos presumem que a isenção política os obriga a manterem-se afastados de tudo que pareça de direita, para se assumirem como homens de esquerda.
4. Excepção, verdade se diga, é verificada quando os monárquicos se assumem como defensores da fé dos seus antepassados em que ser de direita é segurança de catolicismo.
5. No entanto, a doutrina cooperativista taxativamente estabelece a não discriminação social, racial, política ou religiosa pelo que a presença em espaços tanto da direita, como da esquerda o isenta de qualquer prevaricação doutrinária.
6. Cansados de promover unidades cooperativas neste espaço - sem quaisquer objectivos particulares ou de comprometimento político - o mesmo continua disponível para a iniciativa dos cooperativistas sensatos.
7. O cooperativismo é escola democrática para combater o capitalismo plutocrático e/ou estatal
Nau
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Nº. 1467 - Doutrina Cooperativista
1. Frequentemente tenho sublinhado que a unidade cooperativa não é a panaceia para os défices democráticos.
2. A maioria das pessoas aguarda o alimento caído do céu, na certeza de que é no deserto de ideias e nas areias movediças da política que melhores benesses auferem.
3. Tomar decisões é assumir responsabilidades e a maioria prefere criticar à sorrelfa, procurando não se comprometer; fugindo a todo o tipo de obrigações como o diabo da cruz.
4. Em muitas unidades cooperativas os gestores não procuram dialogar com os associados, fazendo da unidade cooperativa "casa nostra" - favor não confundir com "cosa nostra".
5. Claro que a um baixo consenso entre directores e associados corresponde um baixo nível de autofinanciamento, obrigando os gestores, por norma, a socorrerem-se dos serviços dos usurários.
6. Assim, comprometido de modo vicioso o espírito cooperativo nada de bom é esperado da unidade cooperativa, e os plutocratas agradecem.
7. Destarte, CMC procura aliar o real espirito cooperativo - cooperação, autogestão, autofinanciamento - ao soberano hereditário e vitalício, garante da real democracia.
Nau
domingo, 22 de novembro de 2015
Nº. 1466 - Portal Comunalista
1. Debater, debater teses; justificar opções; avançar com projectos.
2. Não basta manifestar preferências, sendo indispensável justificar a razão da escolha efectuada.
3. Ter amor a uma causa, manifestando apenas afeição para o objecto dos nossos desejos, não é nada curial.
4. Amar velhas tradições; amar a religião avoenga; amar a pátria; amar o seu rei, é obra!, mas o que importa é fundamentar o acto optativo.
5. O terrorismo, sendo uma opção demencial, procura justificar-se com base em hipotéticos conflitos religiosos e/ou políticos.
6. Apenas o cooperativismo se justifica pela prática uma vez que esta se fundamenta na cooperação e no voto responsável.
7. Por outro lado, a autogestão e o autofinanciamento são a exacta medida para uma real democracia.
Nau
sábado, 21 de novembro de 2015
Nº. 1465 - Psyche
1. Num recente artigo publicado no "Luta Popular", órgão oficial do PCTP/MRPP, Arnaldo de Matos escalpeliza os actos terroristas perpetrados na zona parisiense, atribuindo estes a vindicta de povos colonizados pelos franceses.
2. O histórico e ilustre dirigente do PCTP/MRPP veementemente condena o velho colonialismo europeu o qual consistiu no estabelecimento de reservas territoriais, geograficamente delimitadas e administradas num outro continente, destinadas à exploração, tanto da mão de obra barata local, como das riquezas naturais.
3. A gesta colonialista basicamente servia dois intentos: angariação de trabalhadores manuais de baixo custo para funções servis extensíveis à pátria do colonizador; força braçal para arrotear as explorações agrícolas e/ou proceder à extracção de minerais nos territórios colonizados.
4. Bom é ter presente que nos dias de hoje se recorre, por exemplo, a canalizadores residentes ilegais nas terras do Tio Sam a fim de evitar os profissionais sindicalizados, de elevado custo, horários rígidos e caprichos de prima-dona que largamente justificam o massivo fluxo migratório dos povos vizinhos em curso.
5. Todo o mundo tem presente a "bidonville" casualmente assinalada por Arnaldo de Matos no referido artigo a qual serviu de residência precária a muitos emigrantes portugueses que, fugindo da salazarquia na década de cinquenta, ajudaram a reconstruir a devastada Cidade Luz após a guerra franco-germana de 1939-45.
6. O neocolonialismo - submissão de um Estado soberano, isto é, com governo e instituições políticas próprias, por outro Estado económica e tecnologicamente mais desenvolvido - é a razão da maior parte dos conflitos dos nossos dias, suscitados pelos monopólios dos produtos petrolíferos e seus derivados, das drogas, das armas e de outras coisas mais.
7. Nós, cooperativistas, não vamos muito pelas vinganças melodramáticas, mas sim pela necessidade da multiplicação das unidades cooperativas que, através da prática da autogestão e do autofinanciamento, enrobustecerão as deliberações responsáveis, obstando os terrorismos - tanto os plutocráticos, como os gratuitos.
Nau
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Nº. 1464 - Fim de Semana 46
1. Nada é sagrado nos dias de hoje, à excepção de certo cerimonial realizado nas lojas maçónicas que garante a impunidade dos seus pares, porém o comum dos mortais tem que trabalhar no duro para a sua subsistência.
2. As grandes esperanças convergem para o efeito multiplicador das células cooperativas através das quais será possível combater tanto os plutocratas liberais, como os burocratas socialistas, abrindo o caminho do regresso do rei por este obviar disputas partidárias no topo da comunidade.
3. Claro que a política orçamental é condicionada pelos ciclos eleitorais, procurando a oposição o aumento das despesas através de benefícios e promessas desmedidas para, depois de ocuparem as cadeiras do poder, avançarem com medidas impopulares.
4. A República é uma sociedade política em que o chefe supremo é eleito e a prazo - quer por colégio eleitoral, quer sufrágio alargado, abrangendo tanto os cidadãos criteriosos como aqueles de reduzida capacidade intelectual - por voto anódino, irresponsável.
5. Condenar a eleitorite e propor a nomeação do rei por consulta popular; apoucar a partidocracia como um dos males que assolam a comunidade e defender o parlamentarismo partidarista; verberar contra os governantes e pretender o governo do rei - não será apenas masoquismo, mas incongruência
imperdoável.
6. Logo, o que importa é discutir a reforma do sistema partidocrático em vigor, atenuando, aliás, dirimindo o clubismo deste através de candidatos independentes, assegurando aos mesmos o acesso aos meios de comunicação social, tal como foi ensaiado pelos movimentos cívicos nas últimas eleições, mas sem a tentação de serem criados novos partidos.
7. Fim de semana. Tempo para reflexão. Quem quer usar da palavra, obviamente escrita.
Nau
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Nº. 1463 - Luta Popular
1. Ontem arenguei acerca da falta de propostas credíveis para a reforma da mentalidade burguesa vigente.
2. Sublinhei que não seriam as fórmulas do passado que iriam resolver os problemas do presente em que a maioria da população luta pela subsistência; outros safam-se através de habilidades e sortes várias; os afortunados desfrutam do trabalho alheio.
3. A República subsiste por equívocos deliberados e pelas criminosas actividades das lojas maçónicas que, desde a independência estadunidense, são controladas pelos plutocratas, estes descaradamente especulando com a produção petrolífera, o negócio das armas e, sobretudo, das drogas.
4. Logo, o que importa é discutir a reforma do sistema partidocrático em vigor, atenuando, aliás, dirimindo o clubismo deste através de candidatos independentes, assegurando aos mesmos o acesso aos meios de comunicação social, tal como foi ensaiado pelos movimentos cívicos nas últimas eleições, mas sem a tentação de serem criados novos partidos.
5. Procura-se entreter o maralhal com disputas religiosas esquecendo que cabe ao próprio Deus mostrar a sua omnipotência, dispensando a intervenção de meros peões que, por actos criminosos, apenas demonstram a falta de fé e dúvida das capacidades e/ou potencialidades divinas.
6. A aristocracia d'antanho é ridicularizada pela pretensão de viver das glórias doutros tempos, esquecendo que as classes não se verificam pelo nascimento ou entre grupos sociais, mas sim entre posições sociais.
7. A luta popular justifica-se pela necessidade da multiplicação das unidades cooperativas.
Nau
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Nº. 1462 - Prelo Real
1. Sendo óbvias as mazelas do regime político vigente, qual a razão da sua persistência?.
2. Claro que é a falta de mera alternativa credível, uma vez que os monárquicos encontram-se enredados em disputas de lana caprina sem coragem para avançar com um projecto inovador e reformista.
3. Falar do passado não é, de modo algum, displicente, mas não resolve os problemas de subsistência da maior parte da população da Comunidade portuguesa de fracos, aliás baixos rendimentos.
4. Causas incontroversas: a precaridade de emprego; o sistema de transigir em quaisquer circunstâncias, ou de se acomodar com as mesmas, em benefício próprio; a falta de capacidade empreendedora viciada no compadrio; o ónus plutocrático.
5. A crença ou paixão assolapada numa doutrina religiosa, presunçosamente comungada pela maioria, embora se proclame tolerante com outras confissões e/ou ateísmos, apenas serve para maiores crispações no seio da comunidade porquanto todos os credos são fraude e nefastos ao género humano.
6. Condenar a eleitorite e propor a nomeação do soberano vitalício por consulta popular; apontar a partidocracia como um dos males que assolam a comunidade e defender o parlamentarismo partidarista; verberar contra os governantes e pretender o governo do rei, não será apenas masoquismo mas distracção imperdoável.
7. Nós aqui continuamos a defender a multiplicação das unidades cooperativas, porquanto nestas a prática da autogestão e do autofinanciamento fortalecerá o voto responsável, sem discriminações sociais, rácicas, políticas ou religiosas.
Nau
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Nº. 1461 - RAC
1. Reflectir acerca de certos temas aparentemente comezinhos é salutar uma vez que, de tanto serem monocordicamente vozeados aos nossos ouvidos, aparentam realidades virtuais.
2. As liberdades republicanas, isto é, as liberdades da coisa pública - fruível por todos em oposição ao desfrutar privado, não público - é tomada como forma de governo em que o soberano é a prazo.
3. Logo, República é uma sociedade política em que o chefe supremo é eleito - quer por colégio eleitoral, quer por sufrágio alargado que abrange tanto cidadãos criteriosos como aqueles de reduzida capacidade intelectual - por voto anódino, irresponsável.
4. No entanto, sequazes do regime republicano não se cansam de fazer discursos laudatórios acerca da dama dos seios desnudos e barrete frígio, pretendendo enfiar este como deliberado logro na cabeça dos incautos.
5. Aproveito a oportunidade para lembrar que o barrete frígio era uma espécie de carapuça usada pela população frígia (antiga região da Ásia Menor) e pelos antigos libertos do Império Romano, hoje adorno nas cerimónias maçónicas e da cabeça dos Smurfs.
6. Quando se fala das amplas liberdades republicanas, em contraste com os execrandos privilégios abolidos no século XVIII, são esquecidas as aviltantes liberdades republicanas do presente na teocrática República do Irão ou na democrática República da Coreia do Norte.
7. Quando se pretende encher a boca com a maior democracia do planeta logo ocorre a República estadunidense, não passando esta de mera timocracia, isto é, sistema político republicano onde predominam as benesses para os privilegiados.
Nau
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Nº. 1460 - Doutrina Cooperativista
1. As grandes empresas, criativamente aumentam os custos e diminuem os lucros, aliviando a sua carga fiscal.
2. Porém, os trabalhadores por conta de outrem recebem os estipulados salários já deduzidos dos pertinentes impostos que a entidade empregadora é obrigada a entregar às finanças.
3. Claro que os impostos indirectos são, democraticamente, pagos tanto pelos plutocratas, como pelos assalariados, uma vez que incidem sobre os consumidores, sem distinção de classe social, racial ou sexo.
4. Todo o mundo tem presente que as prestações pecuniárias - vulgo impostos - são requeridas pelo Estado ou seus órgãos nos assuntos económicos, coactivamente e sem contraprestações, a fim de atender às necessidades públicas.
5. Logo, a política orçamental dos governantes é condicionada pelos ciclos eleitorais, procurando a oposição o aumento das despesas através de benefícios e promessas desmedidas para, depois de ocuparem as cadeiras do poder, avançarem com medidas impopulares.
6. Frontalmente abjuramos a partidocracia porquanto esta, tendencialmente, vira a clubismo irracional; também o governo do rei - pendão de alguns monárquicos - não é do nosso agrado, dado que a função do soberano, hereditário e vitalício, é obviar disputas partidárias no topo da Comunidade.
7. Para nós, cooperativistas, Monarquia significa governo de um só, isto é, do Povo, este apenas possível através da multiplicação das células cooperativas, destinadas a conter tanto os plutocratas, como os burocratas do centralismo estatal.
Nau
domingo, 15 de novembro de 2015
Nº. 1459 - Portal Comunalista
1. Não será por falta de temas que ninguém avança para debates neste espaço.
2. O esquema semanal é mantido obrigando à repetição de matérias que, para os experimentados, nada trazem de novo; para os neófitos têm sido bloqueadoras.
3. Claro que a pena máxima vai para o escrevente destas linhas que, sem dialogantes, vai perdendo o fôlego, horrorizado pelo lúgubre silêncio ensurdecedor.
4. Lúgubre porquanto inspira tristeza profunda a inanidade da maioria que se deixa levar por vendedores de banha de cobra, resfolegando estes nas cadeiras do poder.
5. Silêncio perante as habilidades praticadas pelos governantes que, às ordens dos plutocratas, esbanjam o erário, hipotecando o futuro das novas gerações.
6. Ensurdecedor, aliás, embrutecedor, fascinando aqueles que, mantidos por subsídios e/ou pensões miseráveis, empanturram-se com o futebol, receita antiga de pão e circo.
7. Através do efeito multiplicador das células cooperativas será possível combater tanto os plutocratas liberais, como os burocratas socialistas.
Nau
sábado, 14 de novembro de 2015
Nº. 1458 - Psyche
1. A magia é uma prática que vem das noites dos tempos, embora hoje esteja limitada aos vendilhões de profecias e aos políticos.
2. Consultar adivinhos não é coisa possível apenas em feiras de recônditas aldeias, porquanto até nos grandes centros comerciais urbanos tais serviços estão disponibilizados por magos e magas à la page.
3. Na política acotovelam-se os ministeriáveis e os não ministeriáveis; os economistas; os sociólogos e os comentadores ao serviço dos meios de comunicação social; os burocratas (ou burrocratas?) caracterizados pela suposta racionalidade das decisões.
4. O moderno espiritismo - crença em comunicar com o espírito de defuntos - continua a socorrer-se do médium para que este faça o contacto com o Além, isto é, a outra vida, acerca de intrincados problemas que as câmaras legislativas não conseguem destrinçar.
5. A cabala - ao contrário de que muitos com a pronúncia do Norte possam imaginar - designa a doutrina esotérica do judaísmo na interpretação teosófica da vida mas que, no plural, é sinónimo de intriga, de manipulação política, sobretudo quando provenientes de organizações sectárias contrárias às directrizes governamentais.
6. Nada é sagrado nos dia de hoje, à excepção de certo cerimonial realizado nas lojas maçónicas que garante a protecção dos seus pares, porém o comum dos mortais tem que trabalhar no duro para a sua subsistência.
7. Claro que o cooperativismo também não é magia mas um conceito social que, face à competitividade entre as pessoas, opõe a cooperação e o apoio mútuo, sem os dogmatismos marxistas.
Nau
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Nº. 1457 - Fim de Semana 45
1. Deus é o princípio supremo da explicação da existência, da origem e da razão universais, logo garante dos valores sociais convenientemente estabelecidos, embora mudáveis pela periclitante natureza humana.
2. No espírito comunitário prepondera a Coroa Real - ornamento circular interminável - que cinge a cabeça do soberano, este hereditário e vitalício, garante da Democracia por obviar disputas partidárias no topo da Comunidade.
3. Em fresca data escrevemos que a gestão e actividades de algumas unidades cooperativas deixam muito a desejar porquanto a informação que nos foi disponibilizada aponta para lamentáveis desvios aos fundamentos cooperativistas, tanto nos objectivos como no desenrolar dos concertados projectos.
4. Algum tempo atrás, um intelectófobo no espaço internáutico - como é vulgar nos dias de hoje - acusou os homens do cooperativismo de serem agentes do movimento comunista internacional, desconhecendo que um dos fundamentos desta doutrina é a não discriminação social, racial, política ou religiosa.
5. Todos nós temos presente que a corrupção - suborno, desmoralização, abuso de poder e outras coisas mais, inconfessáveis e degradantes - grassa a todos os níveis, em Portugal, multiplicando-se os escândalos, no rotativismo governamental, até no sector banqueiro.
6. A luta popular é, normalmente, despoletada por crescentes frustrações e/ou mera instigação sectária, lutando o maralhal pela sua subsistência; os mais avisados, por melhor posição social; os afortunados preocupando-se somente em dar nas vistas.
7. Sem dúvida que a luta popular só ganha a sua verdadeira dimensão através do efeito multiplicador das células cooperativas.
Nau
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Nº. 1456 - Luta popular
1. A luta popular é, normalmente, despoletada por crescentes frustrações e/ou por mera instigação sectária.
2. O maralhal luta pela subsistência; os mais avisados, por melhor posição social; os afortunados preocupam-se em dar nas vistas...
3. A luta igualmente significa esforço contra obstáculos imprevisíveis: a natureza, os flagelos sociais, preconceitos - materiais ou morais.
4. Também o conflito de doutrinas políticas e/ou credos religiosos - tudo ao molho e fé em Deus - é o normal.
5. Com armas, sem armas a luta poderá ser negócio para alguns; último recurso para outros; destruição para terceiros.
6. Porém, a verdadeira luta deverá ser travada por nós próprios contra ideias sem fundamento sério; contra o egoísmo; contra prática de mal dizer e nada positivo fazer.
7. A luta popular só ganha a sua verdadeira dimensão através do efeito multiplicador das células cooperativas.
Nau
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Nº. 1455 - Prelo Real
1. Todos nós temos presente que a corrupção - suborno, desmoralização, abuso de poder e outras coisas mais, inconfessáveis e degradantes - grassa, a todos os níveis, em Portugal.
2. Sem dúvida que a República, com soberanos a prazo, muito tem contribuído para a febre clubista, isto é, o exacerbar da paixão partidária, sendo esta responsável pela promoção de dirigentes pouco recomendáveis.
3. Por outro lado, políticas erradas têm permitido a grupos económicos tomarem o controlo de unidades de produção e serviços essenciais, impondo taxas e impostos sobre o consumo muito superiores aos praticados na Europa.
4. As concessões dadas a companhias de exploração ou construção de utilidade pública e particular são de tal modo escandalosas que chegam a garantir aos investidores que estes serão ressarcidos de hipotéticos prejuízos caso não obtenham os lucros previstos.
5. Claro que a administração destas majestáticas empresas é formada pelos filhos e apaniguados dos governantes que assim protegem o futuro por compadrio, sempre que são forçados a abandonar as cadeiras do poder.
6. Os escândalos bancários multiplicam-se no rotativismo político, até porque muitos administradores são provenientes da classe dirigente, dado que o conúbio entre a República e as lojas maçónicas é manifesto e indissociável.
7. Voltamos a apelar para os homens dedicados às letras tomarem a seu cargo a denúncia pública destes esquemas degradantes.
Nau
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Nº. 1454 - RAC
1. A actividade cooperativa, adjectivada neste espaço como real, isto é, verdadeira, tem por objecto divulgar as iniciativas verificadas no mundo cooperativista.
2. A maior parte dos exemplos apresentados ao longo destes últimos anos foram catrapiscados aos boletins da CASES - Cooperativa António Sérgio da Economia Social - que meritoriamente representa e defende o sector cooperativo.
3. Como é evidente, até o maior veículo de informação da actividade cooperativa em Portugal orgulhosamente ostenta o nome de um doutrinador e democrata monárquico - António Sérgio - na sua designação social.
4. Logo, não será por pruridos ideológicos ou partidários que os cooperativistas não apresentam neste espaço a sua unidade de trabalho, mas sim por receio de comprometimentos ou, como por vezes é flagrante, mera ignorância.
5. Algum tempo atrás, um intelectófobo no espaço internáutico acusava os homens do cooperativismo de serem agentes do movimento comunista, desconhecendo que um dos fundamentos desta doutrina é a não discriminação social, racial, política ou religiosa.
6. Claro que a atitude de inibição em relação a qualquer tipo de doutrina advém da falta de discernimento ou preguiça intelectual do putativo crítico, suplantando o preconceito à simples razão.
7. Para lá dos fundamentos do cooperativismo, o objecto deste espaço é contribuir para a reforma da impante mentalidade burguesa.
Nau
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Nº. 1453 - Doutrina Cooperativista
1. Em fresca data escrevemos que a gestão e actividades de algumas unidades cooperativas deixam muito a desejar.
2. De facto, a informação que nos foi disponibilizada aponta para lamentáveis desvios nos fundamentos cooperativistas, tanto nos objectivos como no desenrolar dos respectivos projectos.
3. As unidades cooperativas de pequena dimensão, passado os entusiasmos iniciais, vão perdendo o fôlego por falta de recursos dado que a quotização apurada não lhes permite largos voos.
4. Por outro lado, as unidades cooperativas de média dimensão recorrem, com demasiada frequência, a empréstimos bancários para dinamizar as suas actividades, comprometendo estas através dos penosos encargos assumidos.
5. Também as unidades cooperativas de grande dimensão, apostando em projectos de iniciativa puramente administrativa, não estimulam a participação dos seus associados, enveredando para um empreendedorismo do tipo capitalista.
6. Em qualquer dos três modelos de cooperativas acima apresentados verifica-se a tendência da concentração das funções administrativas nas mãos daqueles que, da doutrina cooperativista, nada cultivam.
7. Até a mão de obra contratada para determinados serviços, em algumas cooperativas, é corrompida pela falta de entendimento do espírito cooperativo, envolvida em rivalidades e atitudes reivindicativas sem nexo.
Nau
domingo, 8 de novembro de 2015
Nº. 1452 - Portal Comunalista
1. A Comunidade é formada pelo conjunto de comunas afins e sinónimo da expressão simbólica de Reino.
2. O Reino é o espaço geográfico delimitado onde reside a população sem distinção de etnias, de classes socias, de credos religiosas e de opções políticas.
3. A comuna é a expressão política, social e económica formada por células existentivas, unidades básicas de vida.
4. Por células comunais entende-se as unidades cooperativas e a forma maioritária de viver subsistindo, mesmo quando só parte desta se caracteriza pelo relevo dado à subjectividade.
5. As unidades cooperativas são associações que têm por objecto satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus associados, libertando estes dos encargos respeitantes a lucros de intermediários e/ou de capitalistas.
6. No espírito comunitário prepondera a Coroa Real - ornamento circular interminável - que cinge a cabeça do soberano, este hereditário e vitalício, garante da Democracia por obviar disputas partidárias no topo da Comunidade.
7. O Portal Comunalista é o espaço dedicado ao debate de tais matérias.
Nau
sábado, 7 de novembro de 2015
Nº. 1451 - Psyche
1.O comportamento humano é determinado por leis físicas, tal como o modo de agir dos outros seres que reputamos de irracionais.
2. Segundo Lamark, "a origem de todos os seres vivos e das principais causas da sua variedade" caracteriza o objecto da ciência a que foi dado o nome de biologia.
3. Logo, o comportamento humano é simplesmente caracterizado por múltiplas leis que levariam alguns milhares de milhões de anos para as relacionar, mantendo-se simiesco nas rivalidades e preponderância grupal.
4. Será que existe qualquer realidade objectiva?. O conceito de realidade não será mera teoria fundamentada no desejo de que o fenómeno observado corresponda a modelos convenientemente estabelecidos?.
5. Não há qualquer dúvida que o mundo foi criado por Deus por este ser absoluto, infinitamente perfeito, necessário, eterno e distinto do mundo (teísmo) ou impessoal e confundido com o mundo (panteísmo).
6. Deus é o princípio supremo da explicação da existência, da origem e da razão universais, logo garante dos valores convenientemente estabelecidos, embora mudáveis por natureza.
7. Causa primeira e fim último, Deus não tem religião por esta ser apenas fraude e nefasta ao ser humano.
Nau
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Nº. 1450 - Fim de Semana 44
1. Estou convencido que a almejada reforma social jamais será levada a cabo por corifeus partidários, homens santos ou lutas populares, mas sim por um movimento racional - prático que não teórico - porquanto sem células activas e sócios participantes o real cooperativismo não é viável.
2. Apenas o autofinanciamento e a autogestão concertados pelos membros da cooperativa poderão dirimir os malefícios do capitalismo plutocrático e/ou estatal, não esquecendo que Monarquia é a Comunidade que tem por autoridade tradicional um soberano hereditário e vitalício, obviando este disputas partidárias no topo da instituição.
3. A prática da ajuda e os trabalhos em conjunto fortalecem os laços da união, porquanto cooperar é trabalhar conjuntamente e, sendo uma doutrina sócio-económica fundamentada na liberdade responsável, a adesão voluntária pressupõe uma gestão democrática e um cultivado empreendedorismo dos associados.
4. Tanto os quadros subservientes ao grande capital, como os tecnocratas ao serviço das minorias dirigentes gozam de um poder relativo, embora ambos cientes que serão forçados a abdicar do mesmo a todo o momento, mas quanto mais tarde, na optica deles, melhor.
5. Vivemos porque a vida dura, de uma espécie dinâmica à inércia das formas brutas, perseguindo a eternidade que em poucas gerações já nem os restos mortais dos que nos são próximos somos capazes de localizar, nem tão-pouco as jazidas daqueles que recentemente nos precederam.
6. Tudo leva a crer que a maioria dos votantes no acto eleitoral do da 4 de Outubro pretendia castigar tanto a coligação PSD/CDS-PP pelos apertos do último mandato, como o PS pelo desvario de alguns dos seus dirigentes de proa.
7. Porém, o actual secretário-geral pretende ser o galo das galináceas do BE, embora corra o risco de reduzir o histórico PS à expressão mais simples devido ao aperto económico que se avizinha, mas isso é questão de dar tempo ao tempo.
Nau
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Nº. 1449 - Luta Popular
1. Não há dúvida que no acto eleitoral de 4 de Outubro último os votos dos sociai-fascistas, bem como dos simpatizantes do PCTP/MRPP, fugiram para o BE o qual impou, atribuindo tal viragem da sorte à recente saída de alguns membros dos seus quadros.
2. Certo é que os trânsfugas do PCP como os do PCTP/MRPP não confiaram nos demagogos do PS, receando dar de mão beijada a maioria aos principais responsáveis da situação deplorável das contas públicas, isto é o PS e o PSD.
3. Deliberadamente, não nos esquecemos do CDS/PP porquanto os democratas-cristãos apenas têm servido de bengala ao PSD na impossibilidade deste último se aproximar do PS que, durante a última passagem pelo governo, fez socráticas tropelias, pondo o país em pantanas.
4. A rapaziada do PS (que fizera o mal e a tremonha) desdenhando da pouca margem que o anterior secretário-geral obtivera no penúltimo acto eleitoral, procura tirar desforço (tanto na frente interna como externa) correndo para os braços dos syrizas lusos.
5. Tudo leva a crer que a maioria dos votantes no acto eleitoral do dia 4 de Outubro pretendia castigar tanto a coligação PSD/CDS-PP pelos apertos do último mandato, como o PS pelo desvario de alguns dos seus dirigentes de proa.
6. Porém, o actual secretário-geral pretende ser o galo das galináceas do BE, embora corra o risco de reduzir o histórico PS à expressão mais simples devido ao aperto económico que se avizinha, mas isso é questão de dar tempo ao tempo.
7. O sabido Jerónimo de Sousa aguarda a oportunidade para recuperar os trânsfugas do seu partido e vai dando a bendição ao incesto PS+BE.
Nau
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Nº. 1448 - Prelo Real
1. Não serão os rebuscados estilos literários e os jogos políticos que projectarão os futuros nobelizáveis, mas sim a compreensão dos problemas de subsistência e de crise existencial.
2. Embora o conhecimento científico já ultrapasse a fronteira do Planeta Azul, ainda gatinhamos em conjecturas acerca do incomensurável, esquecendo que toda a causa não exige um efeito particular, recusando o infinito - o tempo ou o espaço tomados em absolutos - porquanto abominamos a ideia do perecível.
3. As especulações intelectuais são edificantes, apenas condenáveis quando caem num fidelismo embrutecedor, cultivado por interesses inconfessáveis sob a capa de ambições de classe ou esquemas geopolíticos, visíveis nos conflitos religiosos que se alimentam para a consolidação de um poder opressor.
4. Vivemos porque a vida dura, de uma espécie dinâmica à inércia das formas brutas, perseguindo a eternidade que em poucas gerações já nem os restos mortais dos que nos são próximos somos capazes de localizar, nem tão-pouco as jazidas daqueles que recentemente nos precederam.
5. A redução dos defuntos a cinzas em vez da devolução destes à Mãe Terra é crime contranatura, bem como o prolongamento da vida dos idosos em estado vegetativo, a fim de alimentar a indústria farmacêutica, é algo que ofende a dignidade humana, sendo a eutanásia consensual, de longe, preferível.
6. Claro que a literatice dificilmente produzirá uma inflexão positiva na impante mentalidade burguesa, pelo que o concurso daqueles que têm reais dotes literários será uma mais valia para a cruzada dos cooperativistas monárquico-comunalistas rumo a uma comunidade mais sã e justa.
7. A libertação do homem só pela vontade colectiva será uma realidade, logo tema ideal para os simpatizantes da doutrina defendida neste espaço.
Nau
terça-feira, 3 de novembro de 2015
nº. 1447 - RAC
1. Quer o sistema capitalista (financiamento da produção, bem como do consumo), quer o sistema socialista (centralizador e burocrático) não conseguem satisfazer as reais necessidades dos consumidores.
2. Tanto os quadros subservientes ao grande capital, como os tecnocratas ao serviço das minorias dirigentes gozam de um poder relativo, estando ambos cientes que serão forçados a abdicar do mesmo a todo o momento, mas quanto mais tarde melhor.
3. Estes inopinados aristocratas normalmente mostram grande deferência pelo movimento cooperativista, embora saibam que a autogestão e as relações de trabalho entre os membros da unidade cooperativa são pontas de lança ao coração do clube dos seus patrões, isto é, os plutocratas.
4. Claro que a maior parte dos trabalhadores prefere orquestrar reivindicações por dá cá aquela palha do que assumir responsabilidades na gestão das empresas que lhes asseguram a subsistência; também o funcionamento de muitas cooperativas está longe de ser modelar.
5. Quando o número de trabalhadores que concertam entre si a gestão das suas empresas for superior ao número daqueles que apenas reivindicam, as unidades cooperativas serão suficientemente fortes para sustarem os ímpetos dos plutocratas.
6. A Economia Social será uma realidade quando as células que os trabalhadores e os cidadãos criam para si próprios amadurecerem pela via da autogestão, para lá do âmbito regional, isto é, do nível do próprio Reino.
7. Talvez a globalização permita ainda maior promiscuidade às firmas multinacionais, mas a emergência de novas potências de âmbito regional terão por escudo a autogestão como adequado contrapoder.
Nau
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Nº. 1446 - Doutrina cooperativista
1. A prática da ajuda; os trabalhos em conjunto fortalecem os laços de união.
2. Cooperar é trabalhar juntamente; colaborar.
3. Sendo uma doutrina sócio-económica, esta fundamenta-se na liberdade responsável e nos princípios cooperativos.
4. A adesão voluntária pressupõe uma gestão democrática e um cultivado empreendedorismo dos associados.
5. O capital social é realizado pelo sistema de quotas, isto é, contribuições regulares dos sócios da cooperativa.
6. Sistematicamente, o retorno de benefícios aos sócios realiza-se na proporção das transacções efectuadas por estes com a cooperativa.
7. A gestão da cooperativa é efectuada e controlada apenas pelos associados.
Nau
domingo, 1 de novembro de 2015
Nº. 1445 - Portal Comunalista
1. Monarquia é a Comunidade que tem por autoridade tradicional um soberano hereditário e vitalício, obviando este disputas partidárias no topo da instituição.
2. República é o Estado que tem por autoridade máxima um soberano a prazo, existindo este para apoiar ou contrariar o governo, segundo a sua opção partidária.
3. Monárquico é o adepto da instituição monárquica.
4. Republicano é o partidário da república.
5. Reino é o espaço geográfico delimitado onde reside um conjunto de pessoas de acordo com as suas tradições e recursos.
6. Estado é a nação organizada politicamente e constituída pelos habitantes residentes num delimitado território.
7. Pretende-se uma explicação clara e breve da instituição monárquica e do regime republicano. Quem quer usar da palavra?.
Nau
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