sábado, 23 de janeiro de 2016
Nº. 1528 - Psyche: A Máquina Humana, II
1. O medo injustificado perante determinadas situações, objectos ou animais, reconhecido pelo próprio como ilógico, sem razão de ser, fazem parte da patogenia.
2. No estudo da origem de tais fobias estão incluídos o medo dos espaços livres (agorafobia) e o medo de estar fechado em espaços limitados (claustrofobia).
3. Tais receios infundados dão azo a inibições como o falar em público, o cultivar reações sociais ou o dirigir-se a alguém desconhecido, mesmo para tratar de assuntos de interesse pessoal.
4. Ao encontrar-se perante situações críticas, o paciente começa por sentir pulso rápido, desassossego crescente ou insegurança, além de suores e ansiedades fisiológicas incontroladas.
5. Este comportamento poderá ser provocado por receios de algo que persiste no subconsciente e/ou impulsos agressivos reprimidos que, sendo constantes, progressivamente o fragiliza.
6. O agravamento - tanto na frequência, como na ansiedade - evidencia uma neurose fóbica a qual exige um adequado acompanhamento psiquiátrico.
7. Medicamentos ansiolíticos, uma psicoterapia analítica ou uma terapia comportamental poderão atenuar os aspectos gravosos, excepto nos casos dos inveterados políticos portugueses.
Nau
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