segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Nº. 1523 - Doutrina Cooperativista
1. O cooperativismo tem por fundamento a capacidade das pessoas idóneas agirem e decidirem, independentemente dos seus haveres e formação profissional.
2. Aberta à participação de todos aqueles que procuram satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais, não são admitidas, na unidade cooperativa, discriminações étnicas, sociais, políticas ou religiosas.
3. Sendo a ajuda mútua e a responsabilidade colectiva assumida no acto de adesão, todos os associados têm os mesmíssimos direitos e poder decisório, independentemente do capital disponibilizado.
4. Eventuais rendimentos gerados pelas actividades das células cooperativas são, normalmente, revertidos para programas de expansão ou retorno aos sócios nas proporções por estes deliberadas.
5. O fortalecimento das células cooperativas é realizado pelas estruturas locais ou, extravasando estas, através de uniões, federações e confederações, lançando pontes para associações internacionais de igual espírito cooperativo.
6. Cultivando a autonomia e a independência da sua cooperativa, os sócios têm consciência de que tais objectivos serão apenas possíveis através de uma autogestão e um autofinanciamento criteriosos.
7. O espírito de solidariedade e da responsabilidade são um dos pilares do cooperativismo monárquico-comunalista.
Nau
P.S.: dentro em breve publicaremos um poema inédito de um conhecido escritor alentejano.
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