sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Nº. 1513 - Fim de Semana 2


1. Patologias individuais poderão ter sérios reflexos na violência social que ocorre tanto nos grandes centros populacionais, como nas vilas e aldeias do país.

2. Bom seria que os abespinhados comentadores políticos que medram pelo espaço internáutico tivessem a milionésima parte da coragem de Pedro Santos Guerreiro e de Isabel Vicente - autores do artigo "O diabo que nos impariu", publicado no semanário "Expresso, de 24 e Dezembro último - discutindo coisas importantes para o bem-estar comum, em vez de indecorosas rixas partidárias.

3. Nós, cooperativistas, procuramos realizar consensos com os sectários de outras correntes políticas, jamais aceitando a imposição de soberanos a prazo que apenas servem para apoiar os governantes da sua cor e afrontar os contrários, através do cultivado voto anódino. Logo somos comunalistas que não escravos do Estado de direito de inspiração burguesa.

4. Os liberalistas optimisticamente presumem que o simples facto de produzir ´(além do natural gáudio dos plutocratas) melhor satisfazem as necessidades da população; os socialistas, do mesmo entendimento, garantem que a distribuição burocrática e por si controlada será vantagem para o maralhal.

5. Nós os cooperativistas, caprichamos em satisfazer as nossas necessidades económicas, sociais e culturais através da autogestão e  de células solidárias, longe das garras dos plutocratas, bem como da estatização burocrática.

6. Recentemente, chamaram a minha atenção para um meritoso trabalho académico de Isadora de Ataíde Fonseca, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, que tem por título "A imprensa e o império colonial em São Tomé e Príncipe (1857-1974)", disponível em iataide@Hotmail.com.

7. Não existe grande diferença entre monárquicos portugueses e monárquicos franceses - ambos são nacionalistas e fideístas, pelo que dificilmente serão levados a sério.

Nau

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