domingo, 22 de março de 2015

Nº. 1221 - Portal Comunalista


1. Paulo Especial, no facebook que lhe é próprio, levanta 7 questões acerca da opção monárquica que poucos dos assumidos estarão em posição de responder.

2. Dar outra forma ao regime vigente, reorganizar os pilares que o apoiam ou combater os cancros que minam a sociedade portuguesa é mera ladainha demagógica, nova versão do bacalhau a pataco.

3. A República é um regime burguês antidemocrático por apostar num soberano a prazo, eleito por um colégio de notáveis - tal como aconteceu na República Maçónica - ou simples fracção maioritária do reduzido número de votantes apurado, com a função de apoiar a cor da sua camisola ou contrariar aquela que lhe é adversa.

4. Logo, o soberano hereditário e vitalício, não dependendo da minoria que controla os bens de produção - correntemente designada por burguesia monopolista, tendencialmente oligárquica - é símbolo da comunidade, dispensado de referenda periodica, sem funções governativas e/ou administrativas, mas juiz por excelência das mesmas.

5. Claro que os partidos são indispensáveis numa comunidade democrática por representarem doutrinas sociais e propostas governativas, fazendo parte do Conselho Régio, de acordo com o número de filiados inscritos; sujeitos a sufrágios universais para tomarem assento nas cadeiras da Casa da Democracia.

6. Porém, a administração das comunidades da Comunidade ao povo pertence e este é que se deverá candidatar às ditas funções, sem qualquer bandeira partidária, apenas com propostas bem definidas do que pretende realizar.

7. Acima de tudo o que importa é a reforma das mentalidades - sem clubismos - e a responsabilização individual dos gestores administrativos, possível pelo aumento em número da prática cooperativista aqui defendida.

Nau

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