sexta-feira, 6 de março de 2015

Nº. 1205 - Fim de Semana 10


1. Rebelde a uma integração política e social  (por resistência?, frustração?, mero inconformismo?) o homem nu, isto é, em si, apropria-se de tudo (o que venha à mão ou satisfaça necessidades) curando assegurar a subsistência confortável que toma como um direito natural.

2. Numerosos são os antimonárquicos que abjuram a existência de todo o tipo de classes sociais identificadas com a Monarquia, embora se identifiquem com semelhante gentalha da sua opção política, minorias empenhadas na conquista das cadeiras do poder.

3. Cooperar é a via mais simples - sem esquemas tortuosos e respectivas frustrações - para a conquista da felicidade(?) esta tida como o divino sopro das virgens histéricas, bem como as masturbações públicas do neurótico aluado.

4. Por incrível que pareça, a mão de obra não qualificada tem tido mais êxito na entrada no mercado do trabalho de que os universitários ou os diplomados, mesmo quando estes se encontram acreditados por instituições internacionais.

5. Nos espaços da Internet os presumidos monárquicos evidenciam uma fé mais clubística do que doutrinária na arte de dizer mal a toda a sela. Aqui defendemos a via monárquico-comunalista totalmente apoiada no espírito cooperativo empreendedor para uma satisfação muito pessoal.

6. A sociedade de comunicação em que nos encontramos mergulhados cultiva a alternância sem qualquer hipótese de alternativa e tanto a rádio como a televisão repetem lugares comuns como se a política fosse uma disputa clubística pelo primeiro lugar no campeonato.

7. Logo, urge lutar por uma Economia Social que a via cooperativista proporciona, alijando da cena política os partidos burgueses que nos têm explorado. Talvez o PCTP/MRPP possa dar uma mãozinha nesse sentido.

Nau

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