segunda-feira, 9 de março de 2015
Nº. 1208 - Doutrina Cooperativista
1. Para um cooperativista, Liberdade não é condição de quem está isento de cumprir quaisquer deveres, mas a responsabilidade de agir de um ou outro modo (ou não agir) por vontade própria.
2. Para um cooperativista, a Equidade é a disposição natural de reconhecer, de igual modo, o direito de cada um, sem paternalismos e/ou tendências subalternizantes, concertando os interesses individuais para a construção de uma Comunidade mais sã e justa.
3. Para um cooperativista, a Solidariedade é a relação entre as pessoas e as coisas que são - tanto moral como materialmente - úteis, sempre numa base de responsabilidade (recíproca e interdependente) para a realização de uma Comunidade mais próspera e socialmente equilibrada.
4. Para um cooperativista, o que importa é sentir-se alguém entre iguais, embora a igualdade - mesmo perante a lei - seja coisa que nunca se verifique. Porém, ser alguém - qualquer pessoa! - é existir (não vegetar) e ter o direito a expor ideias e tomar decisões próprias.
5. Para um cooperativista, a associação de que faz parte, fundada para combater lucros de intermediários ou dos capitalistas, é a escola, o elo, a ponte, a proto-comunidade que, grão a grão, tornar-se-á no celeiro que alimentará o futuro.
6. Para um cooperativista, a coexistência do sector público, do sector privado e do sector cooperativo e social de propriedade dos meios de produção é o fundamento da organização económico-social do futuro.
7. Para um cooperativista, a Economia Social é o almejado objectivo.
Nau
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