segunda-feira, 16 de março de 2015
Nº. 1215 - Doutrina Cooperativista
1. Às sugestões avançadas no apontamento de ontem, lanço um apelo aos assíduos visitantes do Brasil, Venezuela e Uruguai, bem como a todos aqueles que, timidamente, do continente africano, têm passado os olhos por estas linhas, para estabelecerem louváveis pontes entre si.
2. Claro que não cabe a nós facultar os respectivos contactos, bastando aos eventuais interessados escrever um comentário a qualquer dos apontamentos aqui exarados, com a indicação das referências do bloco pessoal e/ou do espaço internáutico que normalmente subscrevem.
3. Os dados facultados deverão omitir qualquer informação pessoal a fim de evitar abusos de gente mal intencionada, sendo este reparo apenas dedicado aos mais distraídos, porquanto os veteranos, decerto, que já tiveram experiências desagradáveis com os asquerosos, digo hackers de serviço.
4. Desnecessário será dizer que todas as intervenções, de qualquer parte do mundo, serão bem-vindas, sem apuramentos literários ou rodriguinhos circunstanciais, bastando exprimir, de modo sensato, a opinião do subscritor.
5. Falar do cooperativismo e/ou avançar com projectos de cariz regional é muito importante, a fim de motivar os menos afoitos a colocar os seus problemas e de boa vontade colaborar para o fortalecimento das nossas hostes.
6. Ah!, resta-nos justificar pela enésima vez a razão da opção monárquica que, como é evidente, obvia disputas partidárias no topo da jerarquia política, estas verificadas no regime republicano em que o Presidente da República apenas serve para apoiar ou contrariar as maiorias apuradas nos órgãos democráticos.
7. Cada vez mais a eleitorite é sustentada por uma engenharia criativa, dado que um magro número de eleitores se dispõe a ir até às assembleias de voto e deste, após a dedução dos votos nulos, resta uma anémica expressão da realidade.
Nau
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