terça-feira, 10 de março de 2015

Nº. 1209 - RAC


1. Segundo Platão (428 a 347 ac) na comunidade justa cada um agirá de acordo com as suas capacidades.

2. Para Aristóteles (384 a 322 ac) a vontade de prosseguir uma vida em conformidade com a justiça, com o dever e com a lei seria uma virtude, susceptível de real aperfeiçoamento do homem.

3. Epicuro (341 a 270 ac) sublinhava a necessidade de eliminar o temor aos deuses e à morte, suprimindo a dor para alcançar a felicidade (fim natural da vida) na senda do prazer de caracter espiritual.

4. Cícero (106 a 43 ac) insinuava que o conjunto de todas as boas qualidades morais conduziriam o homem à felicidade na uita beata, nunca na uita beatissima.

5. Para Stº Agostinho (354 a 430 dc) o dogmatismo afirma a possibilidade de alcançar a certeza: Deus é a essência e a felicidade.

6. Mas para Rousseau (1712 a 1778 dc) a bondade natural do homem é a possível felicidade, porém esta é contaminada pela frustânea vida social.

7. Finalmente, para Kant (1724 a 1804) a boa vontade é predisposição indispensável que torna o homem digno de ser feliz.

Nau

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