domingo, 8 de fevereiro de 2015
Nº. 1179 - Portal Comunalista
1. Ontem terminei o apontamento condenando a pena capital mesmo para actos perversos, estes considerados como factos patológicos.
2. Claro que os tratamentos levados a cabo pelos profissionais de saúde poderão ser viciosamente politizados, sobretudo para a contenção de eventuais contestatários assumidamente incómodos.
3. Ninguém tem o direito de tirar a vida a quem quer que seja, a menos que o virtual cadáver tenha expressamente manifestado esse desejo, a fim de ser poupado a sofrimentos provocados por doenças incuráveis.
4. A possibilidade de fármacos miraculosos entrarem no mercado a todo o momento não evita que pacientes em estado terminal sofram tratamentos de caracter lenitivo e contingente.
5. O apego à vida é diferente de indivíduo para indivíduo - por razões culturais, medo do desconhecido, credos irrealistas - mas o prolongamento da vida vegetativa por argumentos emocionais ou de investigação científica é manifestamente imoral.
6. Talvez a eutanásia, como doutrina médico-jurídica, segundo a qual se torna lícito suprimir indivíduos com tara ou acometidos por doenças incuráveis, mereça desapaixonada discussão neste espaço.
7. Quem quer usar da palavra? - não esquecer, por favor, 7 parágrafos por cada intervenção.
Nau
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