segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Nº. 1173 - Doutrina cooperativista


1. O valor de todos os bens produzido na economia num determinado período de tempo - trimestre ou ano - serve para avaliar se as políticas governamentais estão equilibradas.

2. Quando há uma subida generalizada dos preços devido ao excesso de dinheiro em circulação os riscos de uma perniciosa vaga inflacionária são grandes, com elevadas taxas de desemprego e consequente diminuição da produção de bens e serviços.

3. A inflação é devida ao crescimento do nível global dos preços na economia provocado pelo excesso de dinheiro em circulação, mormente originada pela dificuldade dos governos em cobrarem receitas indispensáveis para o pagamento das obrigações por estes assumidas.

4. Os períodos de tempo durante os quais a produção de bens e serviços diminuem (recessão) poderão ser combatidos através de aumentos das despesas públicas, contraindo os governos novos empréstimos, ou pela diminuição da carga fiscal que (na hipótese de estímulo falhado) resultará o mais do mesmo.

5. A satisfação das necessidades próprias, tal como é sugerido pelo cooperativismo, torna os intervenientes mais responsáveis pelas decisões assumidas - tanto na óptica do consumidor, como no campo da produção - e, embora tenha pouco significado na macroeconomia num mercado globalizado, progressivamente se liberta do controlo da classe burguesa dominante.

6. Logo, embora os governos sejam supostos tomar decisões destinadas a maximizar a felicidade dos eleitores, os governantes nunca esquecem a sua génese partidária e compulsivamente prometem aquilo que sabem não poder realizar.

7. Sem dúvida que os partidos são indispensáveis para o aprofundamento das doutrinas políticas porém, a participação activa do povo é essencial através do associativismo de índole cooperativista.

Nau

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