terça-feira, 7 de outubro de 2014
Nº. 1055 - RAC
1. Não há dúvida que os partidos são essenciais para a democracia por veicularem possíveis soluções para o governo do Reino.
2. Abro aqui um parêntesis para salientar que Reino - à semelhança das grandes divisões que agrupam os corpos que existem na natureza - aplica-se ao conjunto de seres das várias comunas que têm interesses comuns.
3. Logo, o importante é que os partidos políticos se apresentem como forças progressistas, isto é, motivadoras de alterações para o desenvolvimento e bem-estar na sociedade que não meras facções clubísticas.
4. Sem dúvida que a classe dominante - a burguesia - não está interessada em abrir mão do controlo económico que exerce ao nível planetário, porquanto tal lhe permitir uma apropriação doentia, bem como o desfrutar de posições sociais privilegiadas sem a aplicação das forças e faculdades do homem à produção de qualquer coisa.
5. Também a média burguesia, com uma formação académica e/ou profissional mais cuidada, assume-se como a eleita para o exercício do poder, isto é, a condução dos negócio do Reino, embora condicionada pelos interesses dos plutocratas.
6. Porém, o que importa é a reforma das mentalidades sem tutelas - quer dos tecnocratas da direita, quer dos burocratas da esquerda - sendo tal possível através da articulação de pequenas unidades cooperativas onde a prática da gestão comum é uma hipótese admissível.
7. Também a liberalização e controlo da venda das drogas (ilícitas para camuflar negócios rentáveis) seria uma boa achega para acabar com dependências anti-sociais.
Nau
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