sábado, 29 de março de 2014
Nº. 862 - Fim de Semana 13
1. A renovação social fundamentada na apropriação excessiva e transmissível dentro do grupo minoritário que lhe deu origem, embora contestável, tende a renovar-se na linha do padrão da Res Publica Romana.
2. Logo, a "forma republicana de governo" é o esquema através do qual as ronhosa minorias - oligárquicas por conveniência e capitalistas para subalternização dos mais - justificam a sua existência, alimentando demagogos adeptos de tal forma de governação.
3. O capitalismo monopolista que favorece a acumulação do poder na mão dos demagogos mantem a "forma republicana de governo"sob a capa de centralismo democrático, não abdicando do lucro sobre ganhos e custos a título de desenvolvimentista e parceiro da corrupção.
4. Nas sociedades hodiernas, alicerçadas numa economia de competitividade, tanto a pequena como a grande corrupção são o traço comum , favorecendo o processo de acumulação de capital, bem como o controlo administrativo e político centralizado.
5. O que importa é inverter a tendência centralizadora assegurando às comunas uma ampla autonomia administrativa e na circunscrição pela qual estas são responsáveis, paralelamente fomentando uma economia verdadeiramente social através das unidades cooperativas preferencialmente de iniciativa expontânea.
6. O opúsculo do poeta batalhense José Travaços Santos "Enquanto viver" reflecte uma tomada de consciência de que não estamos sós, centrados num egoismo redutor, pois temos um passado construido com sangue, suor e lágrimas pelos nossos avós que importa transmitir liberto de peias e jugos indecorosos.
7. Os partidos são indispensáveis para a ventalização das ideias e actividades para a consecução de certos fins políticos, mas forçoso é evitar o clubismo e a nefasta partidocracia, embora atentos a políticos probos como Garcia Pereira e Arnaldo de Matos do PCTP/MRPP.
Nau
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