segunda-feira, 3 de março de 2014

Nº. 837 - Doutrina Cooperativa


1. Ainda há aqueles que, por desfastio opositivo, continuam aversos ao fundamento cooperativista.

2. Para esses, o comunismo - inexistência de propriedade privada - foi a sedimentação da comunidade primitiva, esquecendo que o acto de se apropriar é natural, sem descurar o que é de todos - público.

3. O mal não está na propriedade, mas na apropriação indevida e/ou excessiva a fim de criar dependências, subordinação dos mais, isto é, o estratagema para ganhar poder de decidir quem poderá ter o usufruto daquilo que se apresenta com cariz particular.

4. Bens materiais e essenciais são aqueles que garantem a subsistência do homem; kogo, o entesouramento de tais bens é fonte de rendimento para quem está na posse dos mesmos.

5. A abundância de bens de fortuna acumulados por uma só pessoa poderá satisfazer ene necessidades mas, por vezes, estas poderão ser aumentadas por técnicas de vendas - cedências mediante pagamentos convencionados.

6. Criar necessidades é o processo ou arte de aumentar a procura e esta dá azo ao crescimento exponencial de clientes, aqueles que, mediante os tais pagamentos convencionados, obtêm os artigos que cobiçam disfrutar.

7. O cooperativismo procura atenuar o consumismo pernicioso através da autogestão e autofinanciamento numa plataforma comum - a coooperativa.

Nau

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